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quinta-feira, 18 de abril de 2013

E pronto...

 
Fiquei com o emprego, numa das maiores agências de comunicação do país. Estou cagada, com medo de não ser capaz. É um grande desafio. E conhecer mais gente nova.
 
E claro só me apetece chorar por deixar o pequeno. Há meses que vivo 24horas por dia com ele. Custa-me tanto pensar que vou perder tanto do seu crescimento. Mas também sei que tinha de ser. Mas o coração de mãe nem sempre é racional...

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O mal dos outros


Nos momentos de dificuldade é bom sentir o apoio dos amigos. Posso até dizer compaixão. Mas há quem abuse na sua demonstração de preocupação. Chegam-se ao pé de mim a lamentar-se profundamente, como se eu estivesse moribunda.
 
Sim, o desemporego é uma situação complicada, principalmente com uma criança tão pequena a cargo. Mas não há nada que não se ultrapasse. E enquanto não se ultrapassa, vive-se como se pode. Felizmente ainda tenho direito a subsídio o que ajuda bastante. Mas mesmo assim há quem me venha chorar aos ouvidos a minha situação deplorável, como se a minha vida tivesse acabado. Costumo responder  que as consultas e tratamentos de psiquitatria são demasiados caros para me dar ao luxo de ficar com depressão. E depois o importante é haver saúde, porque o resto vem atrás.
 
Não quero parecer mal-agrdecida, mas há pessoas que exagerem. Parecem que só estão bem a ver os outros no fundo do poço e a afundá-las cada vez mais...

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

It´s a new day

Hoje é o primeiro dia em casa. Não voltarei mais àquele escritório, a não ser para fazer contas. Mais triste do que perder o emprego, são atitudes de má-fé, de falta de princípios. Sabia que este homem não era de confiança. Mas dizer e fazer certas coisas só porque peço o que é meu de direito é demais. Se continuar assim acabaremos no Tribunal. E sei que se fui despedida foi porque tenho um filho e ele sempre foi contra mães que gozam dias de licença e dias porque os filhos estão doentes. E a crise é desculpa para tudo. Só espero que não me trame mais a vida, porque não sei do que sou capaz.
 
Enfim, vou gozar este mês de férias, que de férias não sabem a nada. Vamos actualizar currículos e pensar cá num negócio que estou a ponderar. E porque não, finalmente escrever aquele livro que sempre quis escrever? Não sei. Só quero ir fazer contas com aquela vil criatura para fechar este capítulo da minha vida. Afinal já encerrei capítulos bem mais difíceis e sobrevivi. O caminho é em frente. E tenho que acreditar que as coisas acontecem por alguma razão.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Palavras que não queria escrever

Nunca fui despedida. E esta notícia tem o efeito de um murro no estómago, mesmo estando à espera dela. Apesar de saber que não fui despedida por incompetência minha, uma pessoa sente-se inútil, um fardo. Somos descartados como meros trapos que já não servem os seus propósitos. Eu não quero parecer derrotista, mas acho que preciso de fazer o "luto" por esta fase da minha vida. Encerra-se um capítulo e quero acreditar que o próximo não irá tardar em abrir-se e a apresentar-me um projecto envolvente. Tenho que me re-erguer para seguir em frente....

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Acabar bem o ano é...

... ficar desempregada por causa da crise. Poucos clientes, clientes que não pagam, mais impostos e lá vou eu engrossar as estatísticas. E algo me diz que não vai ser um processo pacífico.
Apesar de estar consciente do estado das coisas, estou serena. Afinal só não há solução para a morte e doenças graves. Apesar de todos os defeitos do L., sei que somos coesos perante os problemas. Não tenho medo de mudar de área ou de trabalho mais duro. Só tenho medo que falte algo ao pequeno. E quando digo algo não é roupa de marca ou mais brinquedos, etc. Falo mesmo de cuidados de saúde e comida.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A magia do sorriso


Odeio ver pessoas que lidam com público carrancudas. Sim, toda a gente tem dias maus, problemas enormes, mas a pessoa que está a ser atentida não tem culpa nenhuma da nossa vida. Sou apologista que os problemas do trabalho são para ficar à porta de casa e vise-versa, por mais difícil que possa ser.

Francamente não gosto quando me atendem com cara de quem me está a fazer um frete. Posso estar muito interessada em fazer uma compra, mas não a faço. Vou a outro lado, dar lucro há quem dá mais valor aos seus clientes. Numa repartição pública, posso deixar a minha simpatia de lado e tratar as pessoas de uma forma muito pouco amigável. Não peço que seja melosos ou queridos, apesar simpáticos quanto basta, sorridentes e prestáveis.

Eu também aturo clientes que por vezes me tiram do sério, mas aprende-se a manter a diplomacia. Também tenho dias maus, mas falo sempre bem e com um sorriso com eles. E se não souberem, fiquem a saber: mesmo ao telefone, sorriam. A pessoa do outro lado nota logo a diferença. Sorrir custa tão pouco e pode fazer toda a diferença no dia-a-dia.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Preciso de me confessar...


Há uma coisa que me chateia muito: que usem as minhas coisas sem me pedir autorização. Não sou invejosa, porque dificilmente recuso um pedido. Mas fazer uso sem um pedido formal é para mim uma falta de respeito.

No trabalho, cada um traz a sua comida e bebidas, e temos um frigorífico que serve 4 pessoas, sendo que só eu é que ponho lá água. Somos todos maiores de idade, e todos sabemos o que é nosso. Há dois dias os meus patrões beberam-me a água de forma descarada. Eu fiquei sem água para o resto do dia. Ontem trago mais uma garrafa: idem aspas (e já não foram as primeiras vezes, pois é comum beberem a água e pôr a garrafa no sítio com água da torneira). E quando eles têm um bidão de água no escritório deles. 

Ontem chateei-me à brava, encarei a patroa e disse-lhe que aquilo era meu, que não aprecio que me gastem as minhas coisas sem pedir, etc. E quem me conhece sabe que não dou recado com um sorisso nos lábios. Pûs outra garrafa no frigorífico e minutos depois volta a servir-se!

Desculpem mas uma pessoa só tem que se deixar pisar uma vez. Depois de lhe dizer aquilo, tocar na água outra vez foi gozar com a minha cara. E eu odeio que me façam de parva. Tentei resolver as coisas como adultos, mas esta gente não percebe. Por isso hoje voltei a pôr uma garrafa de água no frigorífico mas desta vez com muitas gotas de laxante. Eu acho que não estou a ser má. Ser má era meter o laxante nos iorgurtes dos patrões. Não, estou simplesmente a pôr naquilo que é meu. Pelo que só se arriscam os ladrões. Se ninguém usar o que é dos outros, ninguém sai prejudicado. Se for roubar, aí pode ter alguns problemas...

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Dina, a distraída, que queria ser toupeira


Sim, ando um pouco cabeça no ar devido ao cansaço e à pressão dos prazos no trabalho. E às vezes consigo ser tão distraída... Na quinta-feira passada regressou ao trabalho um colega que esteve de baixa. E ele estava a contar-me as suas peripécias médicas acerca das suas dores abdominais. Até que me confessa que, depois de diversos diagnósticos errados, lá tiveram que lhe fazer uma colonoscopia. E quem me conhece sabe que sempre me recusei a fazer este tipo de exame porque me deixa com suores frios só de pensar. E eu, portanto, estava tão solidária com ele e os seus tormentos. Coitado, imaginar aquele tubinho a subir pelo rabo acima, assim sem anestesia geral. «Mas não te doeu?», «não te meteu confusão?», repetia eu.

E lá estava outro colega a rir-se da nossa conversa. E depois ao olhar para ele a rir-se de mim, fez-se luz no meu humilde espírito. Afinal o ar do meu colega doente não era de medo ou por se sentir mal ao relembrar-se da sua experiência traumatizante. Afinal devia pensar que estava no gozo com ele mas é demasiado reservado para me mandar para certo sítio. 
Sim, esqueci-me que o meu tal colega é homosexual e que aquela sonda não é nada comparada com o que o seu rabinho está habituado. Hoje continuo a ser motivo de chacota no escritório, quando cheguei até tinha um cartão da Clínica do cólon na minha secretária... E nem consigo olhar para o meu colega...

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Dias difíceis


Estas últimas semanas têm sido repletas de trabalho. São sempre mais do que oito horas diárias e são sempre a bombar. Já perdi a conta aos almoços frente ao pc. E sinto-me cansada. Dois dias já não chegam para repor as energias a um nível aceitável. Preciso de um mês de férias seguidas. Entretanto sinto que a cabeça já não pensa a 100% e o que produzo já não tem a qualidade que me satisfaz. Só quem ganha a vida a escrever é que sabe qual a sensação de frustração que sentimos: a escrita não flui livremente, e sentimos que só somos capazes de produzir frases lineares, sem magia.

Na sexta queixava-me ao L. que estava sem inspiração para a escrita, ao que me perguntou: «no trabalho ou no blogue? Se for no blogue, tenho que te infernizar mais a vida, e isso passa num instante!». Este homem tem a mania de protagonismo! mas não deixei de sorrir. Sim, adoro a capacidade que ele tem de me fazer rir dos meus próprios males (isso quando estou de bom humor, porque exactamente a mesma frase num dia mau, pode pressupor chatices... pois, mulheres!). Agora já percebi porque dizem que a Internet é motivo de divórcio!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Estou fula


Há toques ainda piores do que os relatados no post abaixo. A sentença do meu marido saiu hoje (aquele processo por causa de um toque com a viatura da PSP num caso de assalto a um banco com vítimas): 30 dias de multa! Ou seja, um mês a trabalhar de graça!! Estou tão revoltada com o nosso sistema!

Só me apetece chegar à esquadra e partir os carros todos. Tenho a certeza que não me aconteceria nada. Os vândalos saem sempre impunes. Agora um homem de trabalho que se dedica diariamente ao cidadão, que arrisca a sua vida pelos outros, não. Estás no exercício das tuas funções, cumpres ordem, mas se algo corre mal a culpa é tua.

O Estado português está falido, mas continua a comprar carros de alta cilindrada para os membros do Governo, enquanto que os carros da PSP não têm seguro. Pois, mas quem ganha 600€ é obrigado a pagar seguro automóvel, mesmo agora que deixa de receber parte do subsídio de Natal.

Só me apetece mandar toda a Instituição à merd*. E muito mais. E o dinheiro faz sempre tanta falta... Que raiva!

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Coisas de trabalho


O meu querido marido adora contar-me as peripécias do seu trabalho (apesar de, em certos casos, preferisse que não). Ontem estava todo contente a contar-me um acidente de trânsito:

Um senhor não cedeu a passagem ao carro de uma senhora de meia idade (avançada) que vinha da direita e deu-se um toque aparatoso. A polícia chegou quando os ânimos já estavam acesos entre os dois condutores. E era ver a mulher toda indignada: «mas não sabes o que é a direita? No teu país não te ensinaram o código da estrada...». E o brasileiro sempre a gozar, ao que a velhota responde «ah não sabes qual é a direita?! É com aquela que bates as punhetas cabrão!»

E isso frente aos polícias que estavam a tomar conta da ocorrência. Diz que não conseguiram conter o riso... Imagino: grande mulher!!

* Desculpem a linguagem imprópria mas tinha de ser factual ;)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Viver os sonhos


Sempre admirei aquelas pessoas que arriscaram e mudaram completamente o rumo da sua vida. Não falo de pequenas mudanças, mas sim de voltas de mais de 180º. Pessoas que deixam os seus empregos para se dedicarem a uma actividade totalmente diferente ou criar o seu negócio. Pessoas que decidem sair do seu país para apostar em voluntariado em África. Sempre olhei para eles com fascínio, e com uma chama de alento. Para mim, pressupõe um pouco de loucura, porque gosto da minha estabilidade, apesar de não ter medo da mudança. Mas estas pessoas sempre me deixaram uma sensação de que tudo pode correr bem, com um pouco de astúcia e coragem.

E estou cada vez mais ciente de que preciso desta mudança. E o meu marido também. Nestes últimos dias temos falado muito do nosso futuro. Daquilo que nos faria realmente felizes. Cada um deve dar o rumo que quer à sua vida, mas estamos sempre, inconscientemente, condicionados pelo o que os outros esperam de nós. Quem foge um pouco à banalidade é considerado de louco. E sei que muita gente nos considera um pouco loucos. Mas decidimos que iríamos lutar pelo nosso sonho. Vamos arriscar. Podemos não conseguir, mas pelo menos nunca nos poderemos culpar de nunca ter tentado. Estamos sozinhos nesta luta, mas não faz mal, porque podemos ser só dois mas fazemos uma dupla de ferro. E este sonho dá-me um novo sentido à minha vida, porque sei que tenho andado um pouco perdida de mim...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Desabafo matinal


Sinto que estou a perder tempo precioso. Que estou a encalhar a minha vida num trabalho que deixou de me fazer feliz e de me motivar. Estou a menosprezar energia e capacidades preciosas. Não quero ser mal-agradecida, porque com o estado do desemprego sou uma privilegiada. Mas este trabalho tornou-se um fardo físico e psicológico. Já nada me motiva. Passo os dias ansiosa para que cheguem as 17h30, que tudo termine para chegar o fim-de-semana. Vivo por aqueles dois dias que passam a correr. Domingo, a pensar que vou voltar para aqui, fico triste e ansiosa.

Eu sei que tudo depende de mim, mas não consigo encarar uma mudança. Estou num estado tão letárgico que tenho poucas forças para procurar outro trabalho. E desempregar-me está fora de questão, seria um suicídio. Passo as semanas assim apática no trabalho. Preciso de ar fresco, de revigorar-me nas horas de expediente. A culpa também não é minha, os poucos projectos têm sido tão desinteressantes. Mas o resto da minha vida também não está a correr assim tão bem. O destino continua a bater-me na face, e eu continuo a dar a outra. Mas não sei até que ponto um ser humano tem forças e esperança para se levantar e cair, e levantar-se outra vez.

terça-feira, 22 de março de 2011

Silogismo lógico. Ou talvez não.


Uma grande maioria de blogues que pulula pela blogosfera pertence a pessoas ligadas ao mundo da comunicação em geral, e ao jornalismo em particular. E essas costumam mostrar roupas lindas, acessórios caros, as compras mais recentes, etc., o que me faz pensar que estas pessoas são elegantes e se vestem muito bem. O problema é que quando organizo conferências de imprensa ou eventos em que jornalistas são convidados, estes reconhecem-se ao longe. Porquê? Porque são os mais farrapeiros da sala. Não pensam que estou a ser má: os jornalistas têm uma postura especial combinada com um desmazelo ou falta de elegância. O meu marido pensava que eu é que era exagerada. Mas um dia em que fez segurança numa Cimeira, ele próprio chegou a casa espantado com a falta de bom gosto desta classe, principalmente das mulheres.

Ou estamos com sorte e na blogosfera só acompanhamos a gema da classe jornalistíca, linda e elegantérrima, ou não sei... Será que os elegantes só tratam de assuntos mais frívolos como eventos sociais e moda, e que as secções de economia, saúde e ambiente são ocupados pelos marões com falta de bom gosto? Sem ofensa a ninguém, claro, estou só a ser sarcástica. Mas certos jornalistas não perdiam nada em vestir-se melhor quando vão a um evento num local assim mais chique: bastava trocar as sapatilhas grosseiras por umas sabrinas e as tee-shirts mais espalhafatosas por um top mais sóbrio,... A imagem é importante em qualquer profissão.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Nem Preto nem Branco


Odeio estados de indecisões. Para mim as coisas têm que ser pretas ou brancas. É sim ou não. Não gosto de meios termos, em que tudo fica indefinido ao ritmo da maré...

Ontem durante uma reunião interna, foi anunciado que se o volume de clientes não crescer, a empresa fechará portas a 31de Março. E agora? Não é a primeira vez que oiça esta conversa aqui, e nunca nada sucedeu. Mas não deixo de me perguntar, e agora? Não tenho vergonha de trabalhar onde for (o mercado da comunicação está tão mal), mas é chato depois de 5 anos de estudo e 5 anos de trabalho na área...

O pior é organizar a minha vida. Se houvesse uma certeza de desemprego, podia planear os próximos meses com base nisso. Mas foi uma promessa no ar. E agora adio os meus projectos pessoais para este ano? Ia marcar avião e hotel em Itália esta semana: mas estando desempregada, ir a Itália, parece-me um luxo pouco sensato. Mas se não marco e depois continuo na empresa... E os meus planos pessoais, também estes não me apetece adiá-los!

Estou um pouco desamparada. Vou seguir a minha vida como se esta ameaça não existisse (mas é difícil) e logo se verá. Se se concretizar tentarei ver isso como uma oportunidade, quem sabe. Digo-vos: muitas empresas estão a aproveitar-se da crise. Mais de uma dezena de empresa com as quais trabalhamos desde sempre, com muito trabalho (produtor de vídeos, empresas de webdesign, consultores em marketing, etc.) , estão a fechar portas para o director-geral trabalhar a partir de casa, por conta própria, fugindo assim aos impostos.. Trabalho não tem faltado aqui, mas a crise...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Dina, a leprosa


O fim-de-semana foi passado entre a cama e o sofá. Se não fosse a maldita constipação, até tinha sido agradável. Sempre que fico constipada, o meu nariz transforma-se no nariz de um palhaço: vermelho e descascado. Desta vez (não sei se foi da pontada de febre) mas descascou a pele de metade da cara! Estou com um aspecto formidável! Não sei porque me queixo... sempre ouvi dizer que as cobras mudam de pele todos os anos...

Senão a minha vida anda numa correria doida. Meti-me em mil projectos e não tenho tempo para tudo. Se me queixo? Não! adoro viver a minha vida a mil a hora e trabalho muito bem sob stress. Estou a trabalhar para concretizar os meus sonhos, e isso dá-me força para avançar. Decidi tomar a minha vida em mãos e ninguém vai conseguir demover-me...

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Somos o que queremos ser


Eu sei que é fácil falar desta ou daquela filosofia de vida. Mas que nem sempre as condicionantes da vida nos ajudam nesse sentido. Bem tentamos lutar mas há coisas más que acontecem: não conseguimos aquele emprego motivador, doenças teimam em aparecer, etc. Mas nunca podemos desistir e  temos que lutar sempre. Para mim falhar, não é não alcançar os resultados desejados. É não ter dado e feito tudo para os alcançar. E sei que não me tenho dado a 100%, nem a 50% sequer. E isso não pode ser, porque a vida encarrega-se de nos consumir se nós não a aproveitarmos.

2010 foi um ano mais do que péssimo, e acho que não vale a pena explicar os motivos. Também tive os meus momentos de felicidade mas no geral é um ano para esquecer, mas que marcou a minha vida e o meu ser para sempre.

Quero um 2011 melhor, muito melhor. Quero, e por isso vou fazer tudo por isso. Não vou deixar a minha vida ao acaso. Vou reescrevê-la com as palavras que eu escolhi: mais amor e paixão, mais viagens, mais convívio com quem eu adoro. Fazer tudo por tudo para mudar de trabalho, e, entretanto ganhar motivação para me dedicar a este emprego. Quero cuidar de mim e da minha saúde. Quero fazer planos familiares. Quero realizar um sonho de infância.

Quero ser feliz. Simplesmente feliz. Sem doenças e preocupações. Basta-me isso para ser a mulher mais feliz do mundo. Tenho que tomar conta de mim, afinal, como diz um grande sábio blogosférico (o único homem que se atreve a comentar por aqui... sim tu Filipe), sou transmontana e sou forte. 2011 vai ser o meu ano! Quem decide sou eu! Tenho o meu futuro nas minhas mãos e vou modelá-lo com cor e coração!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Um lugar mágico

Haveria de existir algum local mágico onde pudesse-nos comprar ingredientes para a nossa felicidade: uma saca de saúde, um pote de esperança, etc. Agora compraria um carrinho cheio de motivação. Este trabalho, apesar de me satisfazer no geral, cansa-me. Já não me faz acordar de manhã cheia de expectativas e vontade de superar desafios.

Ultimamente só vivo para o fim-de-semana. Passo o dia a esperar que chegue a noite com os seus mistérios para me aconchegar no meu lar, junto de quem mais amo. Este fim-de-semana foi muito caseiro e a sós. É pena, porque estamos a precisar de passar mais tempos juntos mas já aprendi que não importa a quantidade de tempo que se passa juntos, mas sim a intensidade com que se vivem os momentos!

Boa semana!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Desejos...



Se eu trabalhasse num local assim, seria uma pessoa muito mais feliz. Muita luz natural, umas cores apaziguadoras, num ambiente acolhedor e inspirador...
Os dias custariam muito menos a passar, sem sombra de dúvidas...

* Foto retirada daqui