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segunda-feira, 18 de março de 2013

Para aprender a não comprar as coisas só pelo cheiro

 
Comprei este creme porque prometia ser reafirmante e porque cheira bem. Mas foi uma desilusão. Tem muito pouco de hidratante. Coloco depois do banho e passados pouquíssimos minutos já sinto a pele a repuxar, como se não tivesse posto nada. O creme até pode ser mais ou menos para peles normais, mas para peles secas como a minha não vale mesmo nada. Não recomendo mesmo.
 
Já agora, uma dica em época de crise. Quando os vossos produtos estão a acabar e já não deitam nada: cortem as embalagens e ainda vão ter produto por mais uns dias. Pequenas poupanças fazem a diferença!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Vivement la Saint Valentin

Nunca percebi muito bem porque é que se associa tanto o Dia dos Namorados a lingerie nova, como se só nesse dia é que as mulheres usassem uma lingerie bonita. E por certas conversas parece que é mesmo verdade.
 
Eu considero a lingerie tão ou mais importante que a roupa exterior (sendo que é ela que muitas vezes faz que uma peça de roupa nos caia bem). E depois para nós próprias é fundamental sentirmo-nos bem. Claro que há dias de básicos outros de lingerie mais sensuais, mas há um mínimo.
 
Em conversa com uma ex-colega de trabalho fiquei a olhar embasbacada para ela. É uma mulher com cerca de 30 anos, sempre bem vestida, maquilhada e com o penteado da moda. É casada e disse que dia 14 ia vestir algo mais elaborado já que passa o inverno a dormir com um macacão polar.

Se há mulheres que se queixam do desleixo dos homens, há mulheres que não percebem que há coisas que são verdadeiros corta amor (para não usar outro termo).

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Higiene também é beleza

Há semanas quando ouvia a Sandra (Casa dos Segredos) revelar que não cortava as unhas dos pés desde Novembro, já as tendo super grandes (já a revirar), porque não tinha tempo de as cortar, fiquei pensativa
 
Há pessas badalhocas. Badalhocas porque só cuidam do que os outros vêem, e descuidam totalmente a higiene básica, porque não está à vista de todos. Não há tempo de cortar unhas, mas há tempo de fazer mamas novas.
 
Às vezes tenho medo de imaginar certas pessoas nuas ou na intimidade do seu lar: depilação por fazer, pele do corpo super seca e mal tratada, pés encardidos, unhas dos pés por cortar, roupa interior rota e suja. Mas cuida-se do cabelo, da maquilhagem, das unhas das mãos. Como sempre ouvi em casa dos meus pais: não é vergonha ser pobre. Ser pobre não é ser porco. Podes estar perfeito, desde que lavado.
 
Há pessoas com pouco tempo (eu bem sei o que é). Mas há que encontrar um equilíbrio para ter tudo num nível mínimo de "bom estado". Porque afinal, devíamos cuidar de nós, para nós próprias. Ou esta gente não tem espelhos na casa-de-banho?

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Reflexões femininas

 
Sou uma mulher tão liberal, meu Deus. Sou ciumenta q.b, mas não faço certas cenas. Por exemplo, sou eu que mostro certas produções fotográficas ao homem, sem qualquer problemas
 
Fomos há dias à Parfois. Mas ele entrou depois de mim com o carrinho de bebé. E minhas caras, é verdade, aquilo é um íman para engates baratos. Claro que ter um menino lindo ajuda bastante (cof cof cof). Uma funcionária da loja foi logo meter conversa com o pai. Adorei assistir ao longe ao engate. E ele, corado, a falar com a miúda. A miúda a azer perguntas do pequeno para chegar à questões sobre o pai. Hilariante.

Dizem que as mulheres se sentem atraídas por alianças e bebés, será que é mesmo verdade? Será que estes símbolos mostram que aquele homem está disponível para compromissos sérios, e por isso é um bom partido?

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Medo

Até tenho medo quando me dizem «pelos menos agora sempre vais poupar um pouco nos produtos de higiene e maquilhagem. E sempre sujas menos roupa». Tenho medo que como certas pessoas vivem a sua intimidade, entre as quatro paredes do seu lar...

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Parar num capítulo encerrado


Há sempre duas formas de ver a vida e as coisas boas ou más que nos acontecem. E nem sempre a postura mais fácil é aquela que nos deixa mais felizes.

O divórcio marca uma mudança de vida. Há casais que andam a lutar anos e anos, que se magoam constantemente e vivem infelizes até culminar no divórcio oficial. Por isso a assinatura do papel deveria ser um alívio, pelo menos. Mas há pessoas tão azedas que continuam a fazer a vida negra ao outro (de quem só deveriam querer distância e paz), não deixando que cada um siga o seu caminho. É absurdo. E então quando há filhos à mistura é degradante ver alguns jogos sujos.

E há outro fenómeno estranho que não consigo perceber. A maioria das mulheres que se divorciam ganham uma nova beleza: perdem peso, mudam de estilo, cuidam do cabelo, maquilham-se. Apesar de algumas fazerem-no por fazer inveja ao ex-marido, é sempre bom renascer das cinzas. Ganhar um novo fôlego para uma nova vida, mas é como se durante anos vivessem esquecidas de si mesmas. Ou então durante antes esqueceram-se que o homem que estava ao seu lado precisava de uma mulher que cuidasse mais de si e não se desleixasse tanto...

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Bimbar ou não bimbar, eis a questão

Este fim-de-semana vi pela primeira vez a Bimby em acção. Eu que era muito céptica quanto à esta máquina, fiquei rendida! Pela questão da poupança não me convence, mas é tão prática e poupa-nos tanto tempo para outras coisas mais importantes. E achei super prática para as sopas e purés de fruta do pequeno.
 
Mas digam-me será que vale mesmo o investimento? Será que se lhe dá realmente uso? Será que se consegue fazer aquelas receitas do dia-a-dia (tipo arroz com carne, massas, etc.)? Contem-me tudo. Quero saber a vossa opinião e experiência.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Os meus cremes

 Quando engravidamos uma das nossas preocupações tem a ver com o aparecimento de estrias. A minha pele é muito dada a elas e é extra-seca, por isso tinha imenso medo de ficar cheia de estrias com a gravidez. Mas não apanhei nem uma e nada de flacidez (as únicas estrias que tenho são da adolescência), depois de ter engordado 14 quilos! Se teve a ver com os cremes não sei mas a verdade é que resultou. Apliquei sempre duas vezes por dia, depois do banho e à noite ao deitar. E tive sempre o cuidado de beber muita água.
 
O meu creme de eleição foi o Creme Gordo da Barral com óleo de amêndoa doce. Cheira bem e hidrata perfeitamente a pele que absorve bem o creme, sem ficar toda gordorosa. O preço varia muito de local para local: aconselho a farmácia do Jumbo onde custa cerca de 18€ contra mais de 23€ em farmácia! Ainda experimentei o creme gordo da vasenol que é muito mais barato mas não compensa: depois de aplicar, passado pouquíssimos minutos ficava com a pele seca e a esticar como se não tivesse posto creme.
 
Ainda experimentei o Anti-estrias da ISDIN, que me pareceu também muito bom, mas só comprei uma embalagem pois custa cerca de 35€ e gasta-se muito mais rápido pois tem uma textura menos gorda. Mas o cheiro é maravilhoso.
 
Agora no pós parto estou a usar o creme reafirmante da Palmers que tem também uma acção anti-estrias. Estou na segunda embalagem e estou muito satisfeita. Como disse não tenho flacidez nenhuma. Tem uma textura pouco gorda e é facilmente absovida pela pela. Custa cerca de 9€. É indicado para o pós-parto e para a perda de peso.
 
* Fotos retiradas da net

terça-feira, 4 de setembro de 2012

A perseguição do leite

Se houve algo para o qual não estava preparada antes do nascimento do S. é o grande estigma e pressão social exercida sobre a mulher para amamentar.
 
Quando engravidei pensei logo em amamentar porque a minha filosofia é dar o melhor ao meu filho. Mas nunca fui muito paranóica com isto, como outras mulheres: se dêsse muito bem, se não, há crianças muito saudáveis alimentadas a biberão.
 
O problema é que desde a clínica que vos fazem uma pressão terrível para amamentar. É uma pressão tremenda por parte dos profissionais de saúde. São olhares, são frases pronunciadas como «tem que amamentar, tem que se esforçar mais». E numa altura em que as hormonas estão em alta, estamos imensamente cansadas e num periódo difícil de adaptação à criança que acabou de nascer. Até ao ligar para uma linha de apoio de uma marca de leite artificial ou na farmácia, atiram logo «mas porquê é que não amamenta? Não sei se sabe mas esta é a opção mais saudável!». E francamente acho que essa pressão é ainda mais prejudicial ao processo de amamentação, que para mim não foi nada fácil (entre dores horríveis, entre fome e noites horríveis, etc.). Felizmente a pediatra do S. foi excelente. Mas mesmo assim senti-me uma merda, a pior mãe do mundo quando tive que começar a dar leite artificial ao S., mesmo não sendo fundamentalista quanto à amamentação.
 
Acho francamente que a sociedade deve potenciar a amanentação, mas de uma forma mais consciente, sem tanta pressão. Acho que todos ficariam a ganhar: mãe e filhos. Porque o mais importante no processo é mesmo o amor que se cria, o cuidado, e esse nasce seja através da mama quer seja através de um biberão.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Como as perspectivas mudam...

Há semanas ouvia na televisão que as mulheres quando são mãe projectam-se mais nos filhos e então preferem vestir bem os pimpolhos e desleixam-se a elas. Dizem que quando vão de férias levem uma mala grande para os filhos e uma malinha pequenina para elas. E que isso não pode ser.
 
E eu Dina Maria, concordei plenamente. Uma pessoa não se pode desleixar, devemos continuar a nos mimar e cuidar. Mas a teoria é muito bonita.
 
E a vida faz-nos engolir as nossas lindas teorias. Tudo se resume a uma questão simples no ramo da moda/ beleza: o orçamento. Primeiro não há mulheres feias, há mulheres com dinheiro. Claro que hoje em dias há meios de se estar bem de forma mais barata (mas até estas lojas estão com preços cada vez mais caros, como a Zara). Mas a questão é que o orçamento é limitado para a maioria de nós. E entre renovar o guarda-roupa, adicionar umas peças in da estação e comprar o que "se precisa" e comprar roupa para o pequeno que, se não se comprar, não tem literalmente nada para vestir, qual é a opção? Podemos comprar em lojas mais baratas mas mesmo assim comprar uma pecinha de roupa ou um acessório para nós passa para a última posição na lista de prioridades.
 
Sim, as teorias são isso mesmo: teorias. Porque depois as pessoas têm que se desenvencilhar na prática...
 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Pechincha que vale a pena


Comprei as bandas depilatórias faciais da MyLabel e valem mesmo a pena: muito mais baratas do que as da Veet (1.39€ contra  cerca de 4€) e são tão boas ou melhores do que as da Veet. Não têm é aquele cheirinho agradável das da Veet, mas como não é isso que se espera de umas bandas de cera, não me interessa. Arrancam muito bem o pêlo. Tenho pele sensível e seca e não senti nenhuma reacção adversa.  Aconselho vivamente.

Entretanto recebi as amostras de creme da Garnier Intensive de Manga para peles secas e muito secas. Só usei alguns dias mas o creme parece realmente muito bom. Textura fluída, de absorção rápida e cheira muito bem. Sei que é bastante acessível. Por isso acho uma óptima opção. Agora uso mais cremes reafirmantes mas irei sem dúvida comprar mais vezes.

* As fotos são retiradas da net

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Boazinhas e vilãs

Tenho ficado intrigada com um facto. Não sei se mais alguém reparou mas nas telenovelas (nacionais pelo menos) a vilã costuma ser uma mulher bem vestida, sempre bem penteada e maquilhada, bem sucedida profissionalmente, enquanto que a "boazinha" é sempre mais simplória, com outfits menos elaborados, etc.

É quase um estigma social: se te cuidas, não prestas. És má ou falando sem rodeios: és uma cabra. E também isso se nota na vida real. Muitas mulheres, quando se cuidam e se vestem com elegância, são olhadas com desconfiança. Muitas são acusadas de serem vaidosas (de forma pejorativa) e más mães. Como se uma coisa impedisse ou anulasse as outras.

É necessário ir além das aparências. E os meios de comunicação social deveriam ser os primeiros a apostar, nem que fosse de forma indirecta, na divulgação da importância das mulheres se cuidarem e que isso não faz delas piores pessoas. Antes pelo contrário.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Mulheres no activo

Há poucos dias foram divulgadas notícias acerca da repartição de horas de trabalho entre homens e mulheres, tanto fora como dentro de casa. Nas entrevistas de rua muitas pessoas dizem que ainda se fala demasiado em "ajuda" por parte do homem em vez de "partilha". É verdade que ainda hoje a principal carga de trabalho cabe à mulher. E há ainda muitas que não podem contar com os homens para nada!

Mas tenho a dizer que nestes últimos anos, creio que surgiu uma tendência nova. Cada vez mais há pais conscientes que educam os seus filhos homens desde tenra idade para as tarefas domésticas. Mas por outro lado há muitas jovens mulheres que não sabem fazer nada de nada em casa. São verdadeiras dondocas. Não sabem limpar nada nem cozinhar nada. Ou porque os pais têm empregada ou porque os pais nunca quiseram que a sua rica filha fizesse certas coisas. E vejo tantos casais novos em que a mulher não sabe fazer nada e em que o homem até faz mais do que a mulher, até tratar dos filhos. Sim, podem chamar-me retrógrada, mas isso choca-me. Acho que temos todos que saber fazer um pouco de tudo. Aprender a ser auto-suficiente. Tenho casos desses bem próximos e quando pergunto às jovens como vão fazer quando saírem de casa, apenas respondem-me que também terão empregadas. E não estou a falar de gente com muito dinheiro. Enfim...

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Fenómeno feminino

As mulheres sofrem de um mal comum. Por um lado adoram ter o lar impecável: tudo arrumado no seu devido lugar, uma decoração irrepreensível, uma limpeza perfeita. Se o macho lá de casa deixar meias espalhadas no chão, se não colocar os objectos no seu devido lugar, etc., isso pode fazer deflagrar uma tempestade.

Mas mal entram no carro o cenário muda de figura. O automóvel de uma mulher deve servir de escape à tensão das tarefas domésticas. Sim, porque os carros de mulheres são, na sua maioria, bastante sujos. As mulheres passam meses sem lavar o carro, têm os cinzeiros repletos de papéis e pastilhas elásticas, têm objectos impensáveis espalhados pelo chão do carro. E não gostam que os companheiros façam comentários ao estado lastimável do carro. É engraçado como nos homens acontece exactamente o contrário: desleixam a casa mas depois os carros estão sempre impecáveis, tratando-os como se fossem a jóia da coroa...

Sim, o meu carro está nojento, pelo que tenho que convencer o marido a ir lavá-lo... Porque francamente não me lembro da última vez que tratasse de tão vil tarefa...

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Donas de casa desesperadas

Tenho passado estes últimos dias em casa. De manhã tento descansar ao máximo depois da loucura das noites, à tarde está muito calor para o pequeno sair e então só dou uma volta no final da tarde. E aprendi depois de tantos meses enclausurada (gravidez quase toda de baixa) que há gestos simples para manter a nossa sanidade mental.

Isso aplica-se a muita gente: desempregadas, donas de casa, pessoas de baixa, etc. Há quem possa considerar fútil mas para mim é muito importante. Para me sentir bem comigo tenho que "vestir-me". Não posso passar o dia todo de pijama ou fato de treino. Caí na tentação depois do parto (também porque andar de camisa de dormir era muito mais fácil por causa dos pontos), mas já estava a ficar louca. Sentia-me feia, péssima, desleixada e já estava a dar em louca sempre que me olhava ao espelho.

Por isso aconselho toda a gente que passa muito tempo em casa a tomar banho (sim porque conheço quem por estar em casa não toma banho diariamente e ande com os cabelos cheios de óleo) e vestir uma roupinha confortável mas bonita e feminina. Não, não uso grandes outfits (também pelo facto de não caber na maioria da roupa), mas uso uns vestidos confortáveis, uns calções giros e a moral sobe logo uns pontos. Porque temos que nos sentir bem connosco para nos dedicarmos aos outros.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Prioridades

O marido costuma-me dizer que a principal diferença entre homens e mulheres reside no nosso elevado poder de observação. Segundo ele, nós mulheres conseguimos avaliar os outros de alto a baixo de uma forma cruel por vezes...

E claro que há coisas que saltam à vista e que me fazem sorrir. Gosto de ver as prioridades das pessoas no que toca à beleza/ moda. Agora que faz calor, o nosso olhar é atraído pelos pés alheios. E há aqueles casos insólitos de mulheres com a unha super bem pintada com a cor da moda, a belíssima sandália e depois... os pés terem códeas negras nojentas todas secas. Estas pessoas perdem logo toda a credibilidade. É como usar o melhor perfume mas não usar gel de banho...

E há muita gente assim que dá preferência à aparência e que descure Grandes pormenores. Mulheres que coleccionam batons Chanel e YSL, para depois têm os dentes a precisar de uma limpeza urgente! Mulheres com grandes maquilhagens mas com a pele a exigir um simples creme. E o mais giro é quando estas mulheres se auto-intitulam grandes amantes da moda. Devem só ter perdido a lição dos básicos e da higiene...

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Testar o produto

Eu gosto de testar um produto novo antes de o comprar. Sinto-me mais confiante e sei que assim corro menos o risco de me desiludir com as competências do produto. E esta regra podia aplicar-se de forma mais abrangente ao homem.

Não consigo compreender quem nunca teve relações sexuais com o futuro marido antes do casamento. Respeito, mas não compreendo, e acho um grande risco. De qualquer forma, quero acreditar que já sejam casos muito raros. Afinal, a vida sexual de um casal tem uma importância fundamental na saúde da relação: e quem disser que não, que o amor é o mais importante e que supera quaiquer problemas sexuais, é hipócrita ou pouco sincero. Claro que um casamento de longos anos não se baseia em sexo. Mas este é fundamental para um casamento saudável.

E agora como pode alguém ligar-se a uma pessoa sem saber se nesse campo são compatíveis? Se já quem gozou bem os anos de namoro, se pode confrontar com problemas neste campo devido à rotina, por exemplo. Ou será que estas pessoas depois recuperam o tempo perdido e conseguem uma vida sexual ainda mais activa no casamento?

Mas os casos mais absurdos são os daquelas meninas que dizem que vão virgens para o casamento. Mas que depois fazem outras variantes de sexo, com a equipa de futebol toda se for necessário. Hipocrisia ao máximo. Por isso mais me clamam aos ouvidos a pureza de uma pessoa, mais desconfio...

Enfim,... Acho que estar de descanso, fechada em casa, há já cinco dias já me está a afectar o cérebro...

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Sofrimento humano

Uma amiga teve de ser sujeita a um aborto terapêutico. E se já há temas que nos deixam chocadas em tempos normais, quanto uma pessoa está grávida, ficamos ainda mais sensibilizadas...

Nem quero imaginar a dor de uma mulher com mais de 22 semanas de gestação ter que abortar. E nas condições em que tudo acontece. Não tinha noção que num aborto terapêutico, uma mulher tem que parir o seu filho de qualquer forma. Sim, o parto é-lhe induzido. A única coisa que os médicos fazem ainda mais atenção é para ela não ter dor de parto. E a cesariana nunca é ponderada, porque a cesariana só existe para salvar a vida da criança, que neste caso está destinada a morrer. Mas depois estão na sua maioria das vezes mais de 48 horas em dilatação, num quarto com mais 3 mulheres. E cuidado, mulheres que estão ali para interrupções voluntárias da gravidez. Sim, mistura-se tudo! Contava-me que estava uma senhora toda feliz ao telefone porque tinha chegado a sua vez de se ver livre do problema.

Posso perceber que em termos médicos não haja muito mais a fazer. Mas não poderíamos criar um ambiente mais humano para estas mulheres que sofrem fisica e psicologicamente? Terá um custo tão grande aliviar esta crueldade com um quarto individual em que a mulher possa estar sempre acompanhada? Há abortos repetidos totalmente gratuitos e depois poupa-se em coisas tão importantes.

terça-feira, 3 de abril de 2012

O amor convertido em €uros


Devo ser uma ingénua que vive de utopias e de sonhos irreais. Mas a mim parece-me estranho como em pleno século XXI ainda haja mulheres que casam por motivos económicos. No momento de escolher os seus parceiros para a vida, a conta bancária, a marca do carro e a profissão do homem são factores primordiais na escolha. Preferem dar primazia à estabilidade económica do que à estabilidade emocional. O amor, a paixão, o carinho perdem importância.

Claro que ajuda não se ter que contar tostões todos os meses. Mas não é o dinheiro que dá forças a um casal para aguentar as intempéries da vida: as doenças, os problemas, o peso dos anos, etc. E quanto há amor, consegue-se ultrapassar juntos os problemas económicos da vida.

Agora ouvir mulheres que namoram e parecem felizes dizerem «achas que vou casar com ele sendo ele trolha?», «somos felizes mas a nossa relação não tem futuro porque ele não tem curso superior», etc. choca-me. E agora vejo estas pessoas em relações de fachadas, mas com grandes vidas e grandes luxos. Mas prefiro olhar para outros casais, sem preconceitos, que podem fazer contas à vida, mas que são tão felizes juntos. 

Há mulheres que nem reparam que se vendem por alguns euros, por sonhos que podem não as fazerem felizes. Que no final da vida, quando a marcha-atrás já é impossível, hão-de ver que deixaram passar o mais belo que a vida nos pode dar...

segunda-feira, 26 de março de 2012

Salganhada de início de semana...


Que início de semana mais complicado! Entre a mudança da hora, os mosquitos a atacar durante a noite (em Março, como é possível!!), o homem grande a roncar e o pequeno aos pontapés... Espera-se um dia longoooo. Ainda por cima sem café, é dose!

Mas nada como começar o dia com cor desde a ponta dos dedos (Andreia 82)... Queria comprar um verniz laranja daqueles nem muito escuros, nem muito flash: alguém tem assim uma óptima sugestão?

Para começar a semana em beleza, posso sugerir-vos o rímel False Lashes Concentrate da Kiko. Na lógica, é aplicado sobre um rímel de base, mas pode ser usado sozinho. Eu estou a usar só este e o resultado é muito bom! Aconselho a quem gosta de pestanas compridas e com volume. E por 3.90€ acho que vale mesmo a pena...

Aconselho ainda para quem sofre como eu com o seu cabelo fino, o shampoo da Pantene para cabelos finos: dá saúde e corpo ao cabelo, ao mesmo tempo que lhe dá volume. Também sofro de queda de cabelo e este shampoo também tem ajudado. Associado à espuma Pantene para dar volume, o resultado é muito bom e até bastante económico!

Uma semana em beleza para todas!

* As unhas não são minhas: sou demasiado preguiçosa para andar a tirar fotos deste género...