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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Uma questão de sexo

Em pleno século XXI há coisas que ainda me ultrapassam. Graças a um livro erótico (As 50 sombras de Grey - que não li ainda mas tenciono ler) há mulheres que redescobriram a sua sexualidade. Acho que uma pessoa deve abrir horizontes e abrir a mente a novas experiências, claro. Seja no sexo ou noutras áreas da vida. Mas não me deixa de surpreender, como há mulheres da minha idade que em entrevista admitem que descobriram que podem admitir gostar disto ou daquilo ou que puxar os cabelos não quer dizer que gostemos menos do parceiro.

Como é possível mulheres da nossa idade ainda sofrerem preconceitos em relação ao sexo. Como é possível ainda haver mulheres com pudor e vergonha de admitir que gostam de certas práticas (e por vezes coisas "simples" como uma trinca ou um puxão de cabelo) porque têm medo de ser mal vistas pelo seu parceiro ou marido, até!

E depois foi preciso um livro destes quando hoje se tem acesso ao sexo em qualquer sítio, onde a pornografia/ erotismo está acessível a todos, em revista, na net, na televisão.

Estranho. E tenho pena de quem não consegue viver a sua sexualidade em pleno. Porque acredito que uma sexualidade feliz e completa tem um peso muito importante da nossa vida. Não só de casal, mas para nós enquanto mulher. Viver frustrada por causa do medo é irracional. Pode ser que agora algumas mulheres saibam que não é pecado fazer "sexo" em vez de amor, como algumas teimam em dividir.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Em dia e hora marcada...


Voltei ontem a ver o programa Les Français, L´amour et le Sexe, e digo-vos que há por aí muita gente com uma maneira estranha de viver a sua sexualidade. Ontem entrevistaram um casal em que o marido planeava um calendário para o sexo. Previamente define os dias da semana em que vai haver sexo e o cenário desenrola-se sempre da mesma forma: ele faz uma sesta, chama-a ao quarto e em dez minutos despacha o assunto. E ela queixava-se que queria mais espontaneidade e preliminares. Mas ele dizia que só tinha prazer assim e que ela não precisava de preliminares porque na expectativa que chegasse o dia/hora marcada, o desejo dela sobia o suficiente...

Francamente era incapaz de manter uma relação assim. Nunca. Primeiro, aprendi a respeitar-me a mim mesma e a não fazer o que não quero/ apetece só para agradar ao outro. O amor e o sexo são antes de mais um momento de partilha e demonstração de carinho mútuo. E, para mim, vive da intensidade de um momento incerto: quando menos se espera, um olhar, um gesto, uma palavra pode acender a chama da paixão. Em todos os sectores da minha vida, odeio fazer coisas por obrigação. Relegar o sexo a um planeamento como se planeia uma semana de trabalho? Não obrigada. Perde-se a magia, o encanto da espontaneidade. Não faz sentido. Uma mulher (e penso que também os homens) precisa de sedução, de surpresas, de apimentar a sua relação, de novidade, de fugir à rotina. É tão pouco saudável fazer sempre tudo igual, à mesma hora, da mesma forma. Há quem diga que se deve fazer amor mesmo quando não se apetece. Eu prefiro qualidade. E recusaria-me a alinhar num esquema destes nem que isso ditasse o fim de uma relação. Sentiria-me um objecto que se pega quando se quer e pronto.

É incrível pensar que actualmente ainda haja casais com uma visão do sexo tão retrógrada... Francamente não sabem o que perdem em não se deixarem envolver pelo momento e pelo prazer espontâneo...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Tabu


Cresci numa família tradicional, com valores que alguns poderão considerar de antiquados. Hoje, não me incomoda nada pensar que a minha educação foi ligeiramente diferente da de outras crianças com pais mais liberais.

O problema quando crescemos é que as pessoas deixam de nos considerar crianças e passam a tratar-nos por iguais. E algumas devem perguntar-se qual o problema nisso... Nenhum, com uma pequena ressalva: questões sexuais. Agora que me vêem com 27 anos, casada e com idade para procriar, as mulheres mais velhas da família não têm problema nenhum em abordar questões íntimas junto de mim. Falam completamente à vontade. E cuidado que estou a falar de mulheres recatadas, da aldeia, com mais de 50/ 60 anos. E então quando é a minha mãe que me explica os métodos contraceptivos que usava com o meu pai, e outras questões do género, por vezes a minha mente entra automaticamente em lay off, mas o raio dos ouvidos apreendem na mesma a informação debitada. 

Não é que seja pudica, mas há informação que dispenso. Sempre tive uma mente fértil, que compete com as melhores produtoras de novelas nacionais. Não sei, mas para mim a sexualidade dos pais é algo estranho, quase mitológico. Sabemos que existe mas não conseguimos imaginar que seja mesmo possível. Mas acredito que não seja só comigo, pois não? Ou então é a menopausa que deixa assim as mulheres mais abertas de espírito e mais libertinas... e eu, jovem inocente, fico assim para o engasgada com certas conversas. Ai filha, se um dia chegares, prometo poupar-te a certas e determinadas histórias!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

La flamme du désir


Os almoços de amigos de Domingo são sempre frutíferos em conversas. O tema central foi a diferença entre uma amante e uma esposa... Os homens queixam-se que as suas mulheres chegam a casa à noite cansadas, de mau humor, com a única vontade de descansar. Mas que ainda fazem o jantar, tratam dos miúdos e que tiram a roupa de trabalho para vestir um pijama ou roupa confortável. E que o último desejo delas é fazer amor. Enquanto que para as amantes, ou namoradas, o topo das prioridades é fazer amor, estarem sexy para o homem, etc.

Eu acho que a mulher, casada e com filhos (não tenho mas imagino) que diga que está sempre disponível para o sexo é mentira. Há dias infernais, em que chegamos a casa e não queremos ouvir ninguém e esquecer que o mundo existe. E eu, não gosto de fazer fretes a ninguém. Ou estou dedicada a 100% ou prefiro esquecer. Eu acho que aí é que reside a grande diferença entre a paixão inicial de quando se é namorados (sem grandes outros compromissos) e quando se é casada com um homem, com uma casa, um trabalho e filhos. Não é o sentimento que muda, mas toda a envolvente de compromissos extras.

Mas é pena que a paixão por vezes passe para o fim da lista. Ninguém é obrigado a fazer o que não quer. Mas é preciso investir ao máximo na paixão e no amor. Organizar a rotina para ter tempo de qualidade com quem mais amamos. Para reavivar a chama da paixão...

Por isso uma semana cheia de amor a todas ;)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

3 não foi a conta que Deus fez?


No episódio de segunda-feira do Dr. House era abordado o tema dos casamentos liberais. Há quem afirme que duas pessoas casadas não conseguem completar-se e fazerem-se felizes a 100%. Por isso, admitem que o outro mantenha relações sexuais com outros parceiros. Dizem que afinal a grande maioria dos casados traem sem que o outro saiba, mas que assim há sinceridade. O que magoa não é tanto o sexo, mas as mentiras...

Por mais estranho que pareça, até posso aceitar estes argumentos mas eu era incapaz de manter um casamento assim. Acredito na monogamia e na felicidade a dois. Quando o outro deixar de me completar a 100%, prefiro acabar a relação, antes de nos magoarmos a sério. Mas a verdade é que as mentiras são o que mais doem nestes casos de traição. No futuro, é sempre posta é causa a sinceridade completa do outro, e isso vai corroendo a relação. Viver na ignorância é sempre pior, mas estar em casa sabendo que o meu marido está nesse momento a papar outra e depois vir enfiar-se na nossa cama e dar-lhe um beijo de boa noite? Não faz nada o meu feitio!

E vocês, aceitariam um casamento liberal? Contem-me tudo, sem pudor...

terça-feira, 6 de abril de 2010

Conflito de Interesses...


Sexo Oral associado a aumento de casos de cancro


«A prática de sexo oral pode ser a principal responsável pelo rápido aumento dos casos de cancro da boca e da faringe provocados pelo vírus do papiloma humano (HPV). Vários investigadores alertaram na revista BMJ (British Medical Journal) para o facto de o carcinoma orofaríngeo de células escamosas estar relacionado com o HPV e apontam o sexo oral como a mais provável via de contágio para o elevado número de casos nos países ocidentais.»

Meus caros, sempre ouvi dizer: o que é bom, faz mal... É só uma questão de escolha ;) Agora as que não são para aí viradas, sempre têm um argumento de peso: afinal a saúde em primeiro lugar!
(sem querer ferir susceptibilidades de niguém...)

A primeira vez...


A primeira vez é sempre especial?

Será que a primeira vez é sempre a mais intensa, a mais especial? Eu digo que é muito especial mas não digo que é o momento que relembro com mais paixão. E há tantos casos de mulheres que sentem tantas dores e não desfrutem do momento, vivendo até cada situação mais caricata! E depois os nervos miudinhos do desconhecido tolda-nos tanto a mente e os movimentos.

A G. diz que nunca mais se sente o mesmo do que naquela primeira vez. Eu digo que foi especial porque é um novo mundo que se abre mas que, mais o tempo passa, mais tudo se torna especial. Afinal, descobrimos e redescobrimos a cada dia o nosso corpo. Vivemos cada vez mais livremente a nossa sexualidade porque estamos mais maduras e mais confiantes. Cada vez tudo é mais especial, principalmente quando tudo é feito com amor e carinho. Mas fala quem acha que (para ela) sexo sem amor seria impossível...

E vocês, o que acham? A primeira vez é sempre a mais especial? Sexo sem amor é possível?

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

À quoi ça sert un homme?


Tenho algumas amigas assumidamente lésbicas. Já nem quero falar de bisexuais porque parece uma nova pandemia do século XXI, é só passear pelo Hi5 e ver que a maioria das jovens se assumem todas como bis. Eu gosto muito das minhas amigas lésbicas mas ainda não me conseguiram explicar algumas coisas que não consigo mesmo compreender.

Eu suponho que estas senhoras tenham uma certa adversão ao sexo masculino seja em termos de sexo, do corpo, mente, etc. Por isso não consigo perceber como algumas são tão masculinas! Porra se se sentem atraída por mulheres, deveriam sentir-se atraído pelas mulheres mais femininas e sensuais, certo? Então porquê algumas fazerem verdadeiramente de homem? Há aqui uma no trabalho que só veste calças de ganga de homem (vá lá que esta estação até vai ficar in), camisa de homem, penteado de homem e com um lenço ao pescoço para dentro da camisa mesmo a homem. Desculpem, mas se amam mulheres, não amem mulheres que mais parecem homens!

Algumas dizem-me que os homens não lhe proporcionam prazer, que são uns egoístas, etc. Que as mulheres são mais delicadas, preocupadas em dar prazer à parceira, etc. Nem todos os homens são assim, mas isto não vem ao caso. Agora pergunto-me porque é que os objectos predilectos delas são objectos fálicos? Não repudiaram tudo o que é relativo ao sexo masculino? E não me digam que hoje não é preciso um homem para nada, porque eu não concordo, e que seja directa ou indirectamente (nosso ou outro qualquer) é sempre preciso um homem!

Não tenho nada contra elas, e dou-me muito bem com algumas delas, a sério, mas acho que há aqui algumas incongruências, ou serei só eu a pensar isso?

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Ménage à trois


As horas de almoço costumam ser animadas. Abordamos vários temas mais ou menos polémicos. Hoje a escolha recaiu no célebre Ménage à trois.

Um colega (macho) confessou estranhar que haja tantas mulheres disponíveis para um Ménage. Mas só para o marido ver, sem tocar. Hein? Não compreendo: «ah e tal, sou uma mulher hiper à frente, sou adepta de Ménage à 3... mas o marido não toca!!». Ménage é tudo ao molho e fé em Deus, por isso nada de falso puritanismo. Mas passando à frente...

Já tive esta conversa com muitos homens. Todos eles admite que adorariam ter sexo com mais uma mulher. Sugiram-lhes com mais um homem, e é ver a cara de repugnância deles! Nenhum admite esse hipótese. A ideia é que com mais um homem, aquilo tem um carácter muito sexual. What? Ninguém me convence que o Ménage à trois tem outro sentido que o sexo em si. Acho uma atitute tão machista! Se uma mulher aceita mais uma mulher, é porque é bonito de se ver, é sensual, dá prazer a todos... Se uma mulher admitir uma fantasia com dois homens. Uiii é um put* de primeira. É por isso que acho que ainda há muitos preconceitos em relação à sexualidade. Não sei se não admitem esse hipótese porque os homens tem muito mais complexos de sexualidade entre eles (tamanho do membro, performance, etc.).

E, para quem tiver dúvidas: eu era incapaz de me envolver num ménage. Acho que não suportaria ver o meu homem com outrra. Nunca! Seria o nosso fim. Mas não aponto o dedo a ninguém, porque se fosse uma pessoa descomprometida, livre, jovem (lol), porque não?