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terça-feira, 12 de setembro de 2017

A rapariga no gelo | Robert Bryndza


Este livro prendeu-me do início ao fim! Tem uma escrita fluída, simples e bem construída. Estou ansiosa pelos próximos livros da inspetora-chefe Erika Foster. Este livro levanta várias questões muito interessantes nomeadamente a dependência da polícia ao poder político. N´A Rapariga no gelo, um rapaz descobre o corpo de uma mulher debaixo do gelo num lago num parque em Londres. A vítima é da alta sociedade londrina. Mas Erika descobre uma ligação entre este crime e os homicídios de três prostitutas. Mas a influência das altas esferas do poder fazem com que a carreira de Erika seja posta em causa e a sua própria vida seja posta em risco...

Recomendo!

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

A mulher do camarote 10 | Ruth Ware


Não sei se será algo que se passa comigo, mas ultimamente os livros não me emocionam como antes. Não é que tenha lido maus romances mas não me conseguem prender horas a fio. 

"A mulher do camarote 10" fez-me lembrar o livro "as dez figuras negras" de Agatha Christie. Este livro centra-se na história de uma jornalista que é convidada para fazer a cobertura da viagem inaugural de um cruzeiro de luxo. Em alto mar, testemunha um possível homicídio e a sua viagem começa a tornar-se um pesadelo. Afinal, todos os passageiros continuam a bordo e ninguém pode ter saído do navio. Quem morreu? O assassino está obrigatoriamente no meio dos passageiros ou da tripulação. Mas será que alguém morreu mesmo? 

A história está repleta de reviravoltas. O desfecho não é óbvio e as nossas desconfianças vão mudando de personagens ao longo das páginas. Temos sempre aquela sensação de perigo iminente. É daqueles livros que tem todos os ingredientes  para ser adaptado ao cinema. 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

A não perder!

 
Admito que quando começei o livro pensei «é disto que toda a gente fala?». Só me fazia lembrar aquela literatura barata que vinha com a Maria. Mas depois torna-se viciante. A história está muito bem estruturada e desenvolvida. Pouco a pouco, dá-nos a conhecer  os pormenores que nos fazem criar uma imagem das personagens e das suas mentes. Este é um livro psicológico que desenvolve os lados mais obscuros (mas também tão reais) da mente humana e da relação no casal.
 
Para quem não saiba, esta é a história de Amy que desaparece no dia do seu 5º aniversário de casamento. O marido, Nick, é o principal suspeito. Nada é o que parece. E temos surpresas e reviravoltas constantes.
 
Recomendo mesmo. A não perder! Nota: 5/5

quinta-feira, 4 de abril de 2013

5 estrelas

Só tenho uma palavra. Esplêndido. O Carlos Ruiz Zafón é um mestre, e se porventura ainda há alguém que nunca tenha lido nada dele, que vá já tratar disso porque está a perder um grande mestre da literatura moderna. Nota: 5/5

sábado, 30 de março de 2013

Um homem inquieto


Este ano não tenho tido grande sorte com os livros. Tenho reparado que muitos escritores não percebem que um livro grande não é sempre um Grande livro. Se este fosse reduzido a um terço poderia ser um bom livro, mas assim começa a um ritmo viciante e depois torna-se enfadonho e demasiado parado para um livro policial e de suspense.
 
Um homem desaparece depois da celebração do seu 75º aniversário. O mistério envolve submarinos russos durante a Guerra fria, espiões e muitas questões políticas.

Francamente não recomendo o livro. Nota:1/5

quarta-feira, 20 de março de 2013

A Filha do Papa



O livro é simplesmente viciante. Adorei conhecer melhor Pio XII, apesar de depois de tantos livros históricos lidos, não é fácil surpreender-me. Pio II é conhecido pela opinião pública como o Papa nazi, quando efectivamente foi um Papa que salvou milhões de judeus e que lutou contra o nazismo. Neste livro conhecemos o lado pessoal e humano de Pio II e de Pasqualina de quem teve uma filha...
 
A trama tem um ritmo alucinante e tem a qualidade a que Luís Miguel Rocha nos habituou. Muitos comentavam comigo que não conheciam este autor. Sugiro que começam a ler os primeiros livros para perceber melhor a história dos protagonistas, Rafael e Sarah. E O Último Papa continua a ser o meu livro preferido! O autor consegue n´A Filha do Papa manter-nos agarrados até ao fim, sempre a surpreender-nos. Lá em casa, o homem marcou um apagar de luzes obrigatório, de tal maneira estava viciada. Recomendo vivamente. Nota: 4/5

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E agora o que todos estavam a espera...
A vencedora é a Isabel Martins (manda-me um mail para o oamoreperfeito@gmail.com)! Parabéns! Obrigada a todos os que participaram.


sexta-feira, 8 de março de 2013

Quem quer ler, quem é? | Passatempo


E hoje vou começar a ler o tão aguardado livro de Luís Miguel Rocha, A Filha do Papa. Adoro este autor português (por enquanto o melhor livro dele, na minha opinião continua a ser o Último Papa), o primeiro a figurar no top do New York Times. O livro promete-nos revelar a resposta à pergunta: «Será o antissemitismo a verdadeira razão para o Papa Pio XII não ter sido beatificado?».
 
Para quem gosta de romances históricos, este é um dos melhores autores. E nota-se que ele sabe do que está a falar.
 
«Este livro é um vírus. Domina-nos» (Valter Hugo Mãe), «Luís Miguel Rocha pega-nos pela mão e leva-nos numa viagem alucinante pelos meandros da Igreja e os mistérios com uma escrita cativante» (Paula Neves), «Há duas coisas que não posso ter em casa: chocolates e livros novos do Luís Miguel Rocha. Que vício! (Diogo Beja)», são apenas algumas opiniões...
 
O livro foi-me oferecido pela editora para o ler, dar a minha opinião e oferecê-lo a um leitor do blogue!
 
Querem ganhar este livro?
Basta ser seguidor deste blogue (só porque gosto de premiar pessoas que conheço)
Comentar este post com o nome de seguidor e dizer «Eu quero devorar este livro!»
Quem quiser e estiver interessado em seguir as actualizações do autor sobre assuntos do Vaticano, podem fazê-lo aqui
 
Até quando têm para participar? Mal acabar o livro, acaba o passatempo ;) Por isso, eu despachava-me!

Boa sorte!




quinta-feira, 7 de março de 2013

Estilete que desilude

 
Este livro foi uma desilusão. O ponto de partida do livro é uma mabobra de diversão criada pelos aliados para os alemães não saberem onde ocorreria o desembarque...
 
Para quem é fã de Ken Follett e está habituada ao melhor, este livro fica aquém das expectativas. A parte final do livro até é empolgante, mas na primeira metade, não se reconhece a mestria de Ken Follett. Este é um dos primeiros livros do autor e por isso ainda é livro de principiante. Se não soubesse de quem era o livro, nunca imaginaria estar perante um Ken Follett. E quando as expectativas estão altas, a desilusão é maior. Ainda bem que não o comprei, se não teria ficado a chorar os meus 15€. Nota: 2/5

terça-feira, 5 de março de 2013

Há tempo bem mal empregue


Ouvi muitas boas críticas d´A escrava de Córdova de Alberto S. Santos. Na capa do livro, várias personalidades dizem muito bem do livro. Mas percebi que devem ser amigos e que a sinceridade não ronda por ali.
 
Que livro mais decepcionante! Muito descritivo (até a exaustão), com pormenores que não interessam a ninguém e que não acrescentam nada à história. Uma linha de narração que podia ser muito mais curta, pois a história podia resumir-se a apenas 70 páginas. Sou apologista de que só grandes mestres conseguem fazem grandes descrições com arte e este não é o caso. Eu li o livro a saltar parágrafos de tão aborrecido que é. Mas queria ver como acabava (e nem o fim surpreende). Basicamente é a história de uma cristã (no tempo dos mouros na Ibéria) que é raptada pelos árabes, que se apaixona, que é solta, que volta a ser raptada, que se casa e que volta a casa e mais não digo caso haja por aqui uma alma suicida que ainda queira ler o livro. Ñota: 0/5

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Diz-me quem eu sou

O livro Diz-me quem eu sou de Julia Navarro é maravilhoso. Guillermo, jovem jornalista, investiga a vida de uma bisavô que ninguém da sua família conheceu. E a vida da sua bisavô atravessa todo o século XX e os seus marcos históricos: a subida de Franco ao poder, Estaline e o comunismo, a Segunda Guerra Mundial, a Guerra Fria, etc.
 
A parte da Guerra em Espanha pareceu-me confusa. Não foi escrita para quem não percebe do assunto. Mas recomendo o livro a todos os amantes de romances históricos, visto pela vida de uma grande mulher. E o final é surpreendente. São mais de mil páginas que se lêem num ápice. Nota: 5/5

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O retorno

O tema dos retornados sempre me interessou mas nunca tinha lido um livro verdadeiramente interessante sobre o assunto. Quando peguei neste livro estranhei um pouco a maneira de escrever da escritora (muitas vírgulas, discursos seguidos, etc.). É um livro com uma linguagem crua, directa, verdadeira. Conseguimos ver a nossa frente as personagens de tão real que as cenas parecem.
É a história de uma família portuguesa retornada de Angola. Os medos, as frustrações, os sonhos, as dificuldades vividas na metrópole. Tudo contado pelo filho Rui. Recomendo vivamente o livro. Nota: 5/5

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A magia das páginas volvidas

Este é o típico livro que me atrai pela capa. E depois as críticas são muito boas, tendo a autora ganho o Prémio José Saramago 2011. Gostei do livro: conta a história dos três irmãos Malaquias depois da morte dos pais. O mais bonito que tem este livro é a escrita: rica, cheia de imagens, poética. Mas o final soube-me a pouco. Mas vale a pena. Nota: 2/3

Morreste-me é uma "carta" escrita em estilo directo pelo autor ao pai que faleceu de cancro. Foi uma sugestão antiga de uma leitora do blogue. Até hoje nunca tive coragem de o ler. Quem nunca perdeu alguém e o pai em particular, poderá ficar indiferente ao livro. Mas se passaram pela dor do sofrimento no hospital e pelo adeus final, este livro vai vos fazer chorar do início até ao fim. E sorrir também, mas pouco. Porque este livro é um livro de dor. Nota: 5/5

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Ouro do Inferno

Há muito que não lia um livro tão viciante. A escrita, as personagens, a trama: adorei tudo.
 
O livro relata a fuga de líderes nazis depois do fim da Segunda Guerra Mundial. Todas as engrenagens, o ouro roubado, as estratégias, a falsidade dos norte-americanos, entre paixões e personagens misteriosas. Recomendo mesmo este livro: 5/5

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Enquanto Salazar dormia...

 
Este é o primeiro livro que li de Domingos Amaral e não fiquei desiludida. O livro não é mais do que as recordações de um espião inglês que viveu em Lisboa aquando da Segunda Guerra Mundial. A história está muito bem escrita e desenvolvida. E adorei saber mais do que aconteceu em Lisboa/ Portugal durante a II Guerra Mundial. A verdade é que pouco se sabe, a não ser que fomos neutros. Recomendo a leitura para quem gosta destes temas, apesar de por vezes o livro carecer de ritmo. Nota: 2/5

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Por ti, resistirei

Este é o primeiro livro que li do Júlio Magalhães. A escrita em si é boa: é a típica escrita de quem está ligado ao jornalismo. Mas a história deixa tanto a desejar. É o típico romance de cordel: Fulano gosta de fulana. Mas os pais são contra. Um é rico outro é pobre. Afastam-se. Amam-se para sempre. Nem a envolvência histórica da Segunda Guerra Mundial lhe valeu. Alguém leu os outros livros dele? São bons? Nota: 1/5

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Sugestão para prenda de última hora


Eu gosto muito dos livros da Sveva Casati Modignani. E este não é excepção. É um livro cativante sobre a família Cantoni, uma família com muitos segredos. E pensar que a autora já tem 75 anos: fenomenal. Quem me dera chegar a esta idade com a classe e clareza de espírito desta senhora.
 
No livro houve 2 partes que me marcaram particularmente:
 
«É certo e sabido, eu sou excêntrica. Há momentos em que perco a luz da razão e me deixo dominar pela cólera, convencida de que o mundo inteiro está a conjurara contra mim. Nesses momentos sofro imenso e só humilhando, sobretudo as pessoas que amo, consigo ficar melhor. Depois, recupero o controlo».
 
Podia ter sido escrito por mim. Sem mais nem menos. Tenho tentado controlado esta fúria inata, e acho que nos últimos anos tenho sido mais calma.
 
«a beleza na juventude é um dom, a beleza na idade é um presente que te dás a ti mesma».
 
Grande lição. Temos que cuidar de nós para nos sentir bem hoje e amanhã.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

...

Este é daqueles livros que nos deixam um sabor agridoce. Não se pode dizer que não se gostou, mas ficamos assim com uma azia incomodativa. O livro é confuso na minha opinião: muitas vezes já não sabia de quem se estava a falar. E depois há uma ligação entre personagens mas francamente não consegui perceber o mistério. Até li uma segunda vez o livro na diagonal, mas não. Se alguém me consegue explicar, que me diga, por favor. Se recomendo o livro? Francamente se soubesse o que sei hoje, não o iria ler. Mas fico na dúvida se não fui eu que não tive capacidade para o apreciar. Nota: 1/5

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Bom demais!


Adorei este livro. Está muito bem escrito e explica a crise de uma forma completa e super acessível. Toda a gente deveria ler este livro. Mesmo. É um dos melhores livros de José Rodrigues dos Santos e há muito que nenhum livro me envolvia tanto. Comprem, peçam emprestado, mas lêem. Nota:5/5

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Recomendo


Acabei o Inverno do Mundo de Ken Follett. Tenho tido bem menos tempo para ler, mas é porque todo o tempo que há é para mimar o pequeno. Este livro é bom, adorei saber o que aconteceu às personagens do primeiro volume. Mas acho que o primeiro me cativou mais. Mas aconselho vivamente a leitura deste e estou ansiosa pelo terceiro. Para quem não sabe, o livro retrata a história de cinco famílias através da Guerra Civil de Espanha, da ascensão de Hitler ao poder, da Segunda Guerra Mundial até ao início da Guerra Fria. Nota: 4/5

sábado, 3 de novembro de 2012

Recomendo

Acabei mais um livro histórico de Isabel Stilwell: D. Maria II - Tudo por um Reino. E é francamente envolvente. Adorei. Gosto imenso de conhecer mais sobre a história do nosso país e descobrir a vida privada de quem um dia governou o nosso país. E afinal nada mudou: o problema de Portugal sempre foi ter políticos corruptos, mais preocupados em enriquecer do que fazer progredir o país. Para quem gosta de romances históricos, este livro é leitura obrigatória. Nota: 5/5.