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domingo, 10 de março de 2013

Descida ao Inferno

Nem sempre se consegue manter a moral lá no alto e por vezes é preciso descer ao Inferno para recuperar forças e avançar.
 
Estes dias têm sido difíceis. O S. sempre requereu muita atenção mas agora tem sido asfixiante. Só me quer a mim e tenho que estar a poucos centímetros dele senão chora. Se o deixo chorar canso-me de o ouvir, mas também não posso estar sempre presa a ele. Mas depois sinto-me culpada por não lhe dar todo o carinho que necessita.
 
E estou saturada de não ter uma actividade profissional. Tenho saudades de me levantar de manhã a pensar nas tarefas do dia. Tenho saudades de reuniões criativas, de prazos apertados, de escrever, do café com colegas, até do comboio pela manhã! Acho que não fui feita para me dedicar exclusivamente à casa e filhos. Mas também sei que se o S. fosse uma criança mais fácil, tudo seria diferente. Sinto-me numa engrenagem onde os dias são sempre os mesmos, com as mesmas tarefas. E perdi a minha liberdade e espaço que tanto prezo.
 
E depois não tenho disponibilidade para o marido. Só me apetece estar sozinha noutro planeta. Sinto-me mesmo esgotada.

Amanhã será um dia melhor, tenho a certeza.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Babypost, não recomendado a pessoas alérgicas a baboseiras de mães

Os dias têm sido passados com o homem (pequenino) da minha vida. Muita brincadeira, muitos mimos, muitos passeios. É um privilégio vê-lo crescer. E com quase oito meses, tem uma personalidade cada vez mais vincada. Já sabe o que quer, já é teimoso, já nos enfrenta e já faz birrinhas. Aquele beicinho é amoroso (tenho que morder as bochechas para não me rir e manter-me séria). É muito carinhoso: agarra-se a mim e abraça-se. Adoro estes momentos de mimos.
 
Uma das brincadeiras preferidas é jogar ao esconde comigo e agarrar-me o rabo e mordê-lo. Tem um tambor onde esconde tudo o que apanha, principalmente o meu telemóvel, que adora, tendo já enviado sms e feito chamadas por mim. À mesa, adora brincar com colheres grandes de plástico e faz um esforço para nos tirar a comida do prato. E claro que não pode ver livros. Adoro-os! Os de criança com imagens não. Mas é capaz de passar horas concentrado nos meus calhamaços.

Pronto, é isso. Era só para confirmar: sou uma mãe babada!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Rei Julian

Podem estar a preguntar-se, o que esta imagem tem a ver comigo.
 
É simples. Estão a ver o Rei Julian? Assim a dar para o exigente. Com toda a gente aos seus pés? Com o Maurice sempre às ordens, que tem que lhe fazer as vontades todas, sempre disponível. E aquele bichinho pequeno também?
 
Pois. Também eu tenho um Rei Julian aqui em casa. E sim, nós pais, somos as criaturas aos seus pés...

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Uma questão de atitude

Ouvir dizer a alguém «agora que sou mãe tenho que mudar de estilo e de atitude» deixa-me perplexa. Com 30 anos, por ser mãe, terei mesmo que ter um estilo mais clássico e ter uma atitude mais séria?
 
Eu continuo a ser eu. Com a mesma personalidade, os mesmos gostos. A maternidade não tem que me fazer arrumar as minhas calças de ganga, as minhas túnicas mais coloridas, desistir do meu estilo casual chique e vestir tailleurs só porque sim.
 
Claro que com a idade tenho preferenciado mais o conforto do que questões de moda. E agora troco facilmente sabrinas por tacões altos. Penso duas vezes na mala que vou usar, pois tem que ser prática para levar tudo o que preciso atrás.
 
E a atitude? Pois ainda pior. Tenho um filho e estou ansiosa por ele começar a andar para poder correr atrás dele, andar de escorrega, rebolar pela relva, jogar à bola com ele. Se para alguns isto são figuras tristes, que sejam. Para mim é felicidade, e pouco ou nada me importa o que os outros possam pensar.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Visão d´homem

O pequeno é preguiçoso. Não gosta de se mexer muito e gosta que lhe ponham os brinquedos nas mãos. Esforços inúteis a rebolar são escusados.
 
O homem olha fixamente para a prole, e com ar consternado, constata:
 
«quem diria que fostes o espermatozóide mais rápido. Os outros deviam ser mesmo umas lesmas, coitados.»
 
Não há nada como a visão masculina do mundo.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

6 meses de puro amor


6 meses de ti. Como é que já passou meio ano? Como? Não há palavras para descrever aquilo que provocas em mim. Este amor é indescritível. Apenas se sente. De uma forma plena. Fostes sem dúvida o melhor que me aconteceu na vida, e também aquilo que fiz de melhor até hoje. E é por isso que me sinto feliz. Dês-te um novo sentido aos dias. És sangue do meu sangue. Mas és apenas uma ínfima parte de mim, e quero muito que cresças forte e independente. Que te tornes único. E o que mais quero na vida é que sejas feliz. Estarei sempre aqui para apoiar as tuas opções. Estamos ligados para sempre. É uma ligação inquebrável, aconteça o que acontecer. Não há sensação melhor do que o teu olhar tão expressivo, a tua gargalhada feliz, o teu sorriso. O teu mau génio que é tão meu. Aninhar-te em mim para adormeceres e ver-te dormir sereno em mim. E não há melhor cheiro do que o teu. E o toque na tua pequena mão na minha. Ou de como adoras agarrar a minha bochecha com as tuas duas mãos e rir-te para mim.  Simplesmente amo-te. E foram só seis meses.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Cortar o cordão

A esta hora, estarei certamente a tentar sair de casa. A sair porta fora para ir trabalhar. E deixar o pequeno. Há mais de um ano que estou 24horas por dia com ele. A distância vai-me custar tanto mas tanto. Acho que seria capaz de me sentir realizada em casa. Ou numa actividade em part-time. Mas a vida obriga-me a voltar ao escritório depois de 10 meses sem trabalhar. Desejem-me sorte e coragem. E muitos mimos, que hoje bem vou precisar.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Um mito tornado realidade

Depois do S. nascer, muitos falavam de depressão pós-parto. Francamente sempre achei uma invenção dos tempos modernos, porque sub-estimamos sempre aquilo pelo qual não passamos.
 
Mas agora, há uma semana de voltar ao trabalho, sinto algo estranho. Não posso chamar de depressão, mas sinto uma dor no peito, um sentimento tão grande de tristeza. Uma pessoa está 24h/24h com um filho e agora separar-nos dele custa tanto. Nem quero imaginar como vou ser capaz de sair de casa dia 5. Sinto pena e como que um pouco de culpabilidade por não o ver crescer, não estar sempre lá quando ele precisar, de não partilhar com ele, como até agora, todas as suas descobertas, o seu crescimento.
 
Chamam-me de parva, de mãe galinha, mas não consigo deixar de sentir este aperto no coração...

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Descobrir o amor

Não podia adevinhar que existisse um amor tão grande, tão incondicional como este. Um amor que cresce diariamente, e que nos enche o peite de felicidade. Não há melhor sensação no mundo. Por mais negro que as coisas estejam à nossa volta, a felicidade está sempre connosco. Aquele sorriso maravilhoso. Aquele olhar de admiração e de amor. O riso que nos preenche. O cheiro da sua pele acabada de lavar. E quando se aninha a nós e adormece nos nossos braços: é tão bom ver a serenidade que lhe transmitimos. A paz da sua cara laroca. Quatro meses e descobri o que é a plenitude. O amor. Verdadeiro. Puro. Eterno. Não quero mais nada da vida. A não ser aprofundar este sentimento.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Maré de sorte

4 da manhã. Depois de uma hora de leves gemidos, o ser mais pequeno de casa acorda. A mãe, com a mania que é inteligente, já tem o cenário todo preparado para alimentar a cria num ambiente serenoe  sem estímulos de modo a que a cria não acorde e volte a dormir rapidinho.

Sentados na cama, o pequeno come. Sem nunca abrir os olhos. E a mãe, feliz, pensa ter conseguido os seus propósitos e já se está a imaginar voltar para os lençóis macios dentro de breves minutos. Coloca sua cria a arrotar, quando sente algo quente na sua perna desnuda.

Há quem diga que pisar em coco dá sorte. Eu que fui banhada nele, devo amanhã ganhar o euromilhões. Estava literalmente toda borrada. Eu, a colcha, os lençóis, o meu pijama. Mas era coco em quantidades astronómicas. Tive que mudar a cria que abriu aqueles grandes olhos e se manteve acordada até às seis da manhã. Eu ainda tive que mudar a cama e tomar banho. Para quem queria uma noite sossegada, tive uma madrugada muito movimentada. Mas a sorte, senhores, a sorte está comigo!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

momento piroso do dia

Há momentos únicos na vida de uma mulher. Momentos extremamente felizes. No meu caso, o percurso na nave da igreja até ao meu futuro esposo, os pontapés na barriga, o primeiro olhar com o meu filho. Mas o que me enche o peito de uma forma totalmente indescritível é o sorriso e gargalhada do meu filho. É uma sensação de plenitude inexplicável. É fantástico. É felicidade pura. E aqueles barulhinhos que já "fala"? Amorosos!

*Os pézinhos do meu menino com cerca de quinze dias de vida

terça-feira, 24 de julho de 2012

Pessoas parvas

Há algumas pessoas que não têm noção do que dizem e principalmente da forma como o dizem. Chegam-se ao pé de mim (a cada vez que me vêem e mais que uma vez na mesma conversa) e dizem «Ele é mesmo a cara do pai, não tem nada teu». E dizem isso como se fosse a pior coisa do mundo, e como se tal não fosse normal. Como se devesse chorar e lamentar o facto para o resto da vida. Ainda bem que não podem pôr em causa a minha maternidade. Mas juro que da próxima vez eu respondo «Jura? Sempre é melhor do que se parecer ao carteiro ou ao padeiro». As pessoas não têm noção. Não me chateia nada que seja parecido com ele afinal eu acho o meu homem lindo e foi com ele que decidi ter um filho. E se tem a cara do pai (apesar de não conseguir ver a quem ele é mesmo parecido) sei que ele tem o meu feitio. Tal e qual: as mesmas expressões faciais, a mesma maneira de dormir, etc. E é bom: é uma mistura de nós, tal como deveria ser...

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Uma questão de perspectiva

O pimpolho cala-se automaticamente quando, no meu colo, começo a cantar (e quando mais pimba for a música mais rápido se cala). Enquanto eu fico contente pelas minhas capacidades apaziguadoras o homem cá de casa diz-me confiante: «coitado, é inteligente. Mais rápido se cala ele, e mais rápido tu páras de cantar e o suplício acaba...» E eu que já estava a pensar tornar-me a nova Ruth Marlene...

* Eu não queria que isto se tornasse um baby blog, mas a minha vida agora resume-se a isto, por isso...

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Um mês


E hoje às 14h59 celebramos a Grande mudança da nossa vida. Tudo mudou. Muito choro, noites acordadas, preocupações, mas sobretudo muitos sorrisos e muito mimo. E a maior descoberta da minha vida: este amor tão grande que nasce naquele olhar e nos completa até ao infinito. É indescritível este sentimento que cresce de dia para dia. Em que todas as complicações não são nada perante o seu bem-estar. Porque ele é a parte mais importante de nós. Não posso dizer que não seria feliz ou que só me concretizei como mulher com a maternidade, mas sou uma mulher diferente e melhor. E claramente mais feliz. E para festejar nada melhor do que a melhor tarte de maçã, porque afinal eu mereço (e depois ainda me queixo dos quilos a mais!)

terça-feira, 3 de julho de 2012

Um amor perturbado

Sou apologistas que há "pecados" que têm que ser confessados. É em parte por muitas mulheres não admitirem a verdade que outras se sentem as piores do mundo porque se sentem diferentes, anormais. Claro que nem todas passam pelo mesmo mas sei que não sou a única.

Os primeiros dias da maternidade foram muito difíceis. Apesar de muita gente avisar, nunca imaginamos o que vivemos no corpo e na mente. Além de ter tido um pós-parto complicado nos primeiros dias, é um misto de emoções que me deixaram de rasto. Só chorava pelos cantos a sentir-me a pior mãe do mundo. Nem consigo explicar o que me passava pela cabeça. A criança só chorava, não dormia, não se queria na cama, etc., e a exaustão das mamadas de 2 em 2 horas. E a amamentação que sempre correu mal, entre dores, mamilos super gretados, más pegas, enfim... Uma pessoa vai-se abaixo sem perceber porquê. E sentimos-nos ainda pior porque esta deveria ser a fase mais feliz da nossa vida.

Ainda hoje é um bebé difícil, mas estou mais serena e mais feliz. Sei gerir melhor esta fase. O marido foi sempre uma grande ajuda. O S. continua a não gostar de estar sozinho, de odiar dormir na cama dele, de abrir as goelas de forma invulgar, de detestar estar sem roupa e de dificultar o processo de amamentação, mas estou mais segura e forte para tratar dele.

E sim, estou cada vez mais apaixonada por ele!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Após treze dias...


A felicidade é cada vez maior... e as olheiras também! A próxima amiga que visitar na maternidade já não leva flores, mas sim um estojo de maquilhagem. Estes dias deram para aprender muita coisa...
  • Há um pouco (muito) de pediatra em cada um de nós. Tantos conselhos gratuitos e não solicitados! Não sou ingrata, mas já chega as inseguranças pós-parto para ter mil vozes a dizer que não se faz assim, para nos fazer sentir os piores pais do mundo. E então se juntarmos mãe e sogra na mesma casa o resultado é fantástico!
  • Aquelas musiquinhas para acalmar os bebés e os fazer adormecer têm mais resultado nos pais do que nas crias
  • Admiro casais que têm outro filho com um ainda pequeno. São os meus heróis, a sério.
  • Descobri o que uma pessoa é capaz de fazer só com uma mão e as capacidades cerebrais limitadas.
  • Agora tenho a certeza que aguentava as noites em branco na faculdade graças a uma mistura de alcool, tabaco e música aos altos berros. Em casa, descobri as potencialidades da box da zon para ver séries e novelas às 4 da madrugada
E o cansaço leva a situações extremas como o pai a deitar a roupa suja do bebé fora em vez das fraldas (o que lhe deu direito à uma viagem ao caixote do lixo), a mãe a acordar de noite com o pai a dizer-lhe que tinha que dar de mamar e a mãe nem se lembrar o que estava ali a chorar, a mãe a bater na mama em vez de bater nas costas do miúdo para o fazer arrotar...
Estamos estoirados mas vivos. E basta um sorriso daquele menino para tudo melhorar e esquecer todas as contrariedades...

segunda-feira, 11 de junho de 2012

06.06.12 - nunca houve data tão especial



É verdade. O pequeno grande amor da minha vida chegou no dia 06 de Junho às 14h59 com 2795gr e 45.5 cm. Nasceu com saúde e lindo de morrer. Eu sou subjectiva, eu sei, mas aqueles grandes olhos cinzas, aquele cabelo moreno, o nariz do meu pai, e aquelas bochechas derretem-me. E o pai está mais do que babado.

O parto foi uma cesariana com anestesia geral, o que está a dificultar bastante o pós-parto. Mas quem me viu no dia a seguir, acho que tudo vai melhorando aos poucos. Chato é este miúdo ser bipolar: de dia um anjo sorridente, que come e dorme. A noite, a partir da meia noite em ponto, vira fera e é capaz de chorar horas a fios sem que nada o acalma. Serão cólicas?

Enfim, estamos muitíssimos felizes por aqui, mas com pouco tempo para vida blogosférica. Mas logo que a nova rotina se instale por casa prometo voltar com muitas novidades!

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Um homem também pare


Não somos só nós mulheres que engravidamos. Quando a criança é desejada, aqueles dois riscos mudam, quer se quer, quer não, uma mulher e um homem. É uma mudança lenta e quase imperceptível mas ela existe. O homem começa a preocupar-se com questões que nunca lhe passou pela cabeça: renovar a roupa interior da mulher para roupa de algodão, nutrientes e vitaminas ingeridas, papel higiénico usado, sustentação dos soutiens, etc. É verdade e o homem vive as preocupações da gravidez à sua maneira...

Agora que o grande dia está a chegar, o homem prepara-se para o parto. Até treina a respiração a dormir... Sente as dores, a azia, etc. E agora que as contracções chegam de meia em meia hora, tenho que ser eu a acalmá-lo e dizer-lhe que está tudo bem. Estou a ver que no dia D. ainda vou ter que abdicar da epidural em seu favor...

Ai, homem sofre...

quarta-feira, 23 de maio de 2012

O que andas tu a fazer?

A descansar. E a aproveitar os últimos dias desta linda barriga. Quem me conhece, sabe que sempre tive uma fobia ao parto e nunca pensei estar tão serena nesta altura do campeonato. Adoro este sentimento de paz. E estou desejosa de lhe ver a sua carinha e de cruzar o meu olhar com o dele. Acredito que seja um momento mágico e inesquecível!

Perguntam-me se não preferia ter data marcada para o parto e respondo que não. Tiraria toda a espontaneidade ao momento. Nasce-se e morre-se um dia. É algo que não se planeia. E adoro acordar e pensar «será hoje?». Claro que tenho receios, mas sinto-me tranquila. Quando as dores apertarem pode tudo mudar, mas até lá não me vou preocupar em vão.

Tudo está pronto para o receber. Junho sempre foi um mês especial: o aniversário do marido, o nosso casamento e o dos meus pais, aniversários de pessoas especiais, e ainda se vai tornar ainda mais especial este ano.

Adoro sentir o pézinho dele ali à direita. E quando penso em tudo o que passamos para chegar aqui, tudo valeu a pena.

* Às 32 semanas. Adorava partilhar outras fotos, mas as mais lindas têm as nossas caras...

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Pirosice de segunda-feira


Há quem diga que tudo muda depois de ser mãe. Eu digo que tudo muda quando começamos a sentir-nos mãe...

Para quem nunca babou para cima de ecografias, que nunca gostou de desenhos infantis, que sempre detestou colocar coisas no frigorífico, ..., esperam-se muitas mudanças por aqui...

A última pirosice é ter vestido o nosso frigorífico assim. E gosto tanto de ver o nosso menino todos os dias :) Mas se me virem ter porta-chaves, tee-shirts e afins com a cara do rebento, por favor internem-me. Mudar sim, mas ficar senil não.

Boa semana a todas!