Vi agora no blogue da Mini-Saia que a Zippy lançou uma linha de vestuário que é repelente a mosquitos. Para quem mora junto a um rio, onde os mosquitos são verdadeiras sanguessugas, esta é a notícia do ano! (se calhar até há outras marcas com linhas semelhantes). Pelos vistos garante uma protecção segura, sem insecticida, e é indicada a partir dos 6 meses de idade. Adorei as cores e o design, mas parece que só há tamanho disponível para os mais pequenos. Amuei.
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quarta-feira, 8 de junho de 2016
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Do fim-de-semana
Para manter a minha sanidade mental, tento encontrar actividades diferentes para todos os fins-de-semana. Gosto de experimentar coisas novas, aproveitar os amigos e passar bons momentos em família.
Apesar do frio, a chuva deu-nos tréguas para podermos aproveitar o ar livre. O pequeno matou saudades do skate. Este miúdo tem uma pancada para tudo o que é radical. Descobriu no sábado uma nova paixão: parcour. Sim, eu sei, tenho de procurar um bom seguro de saúde. Este sábado, ficou já com uma unha negra.
Enquanto o pai trabalhava, fizemos um balde de pipocas e vimos a nossa primeira sessão de cinema em casa. Soube tão bem. Adoro ver como o meu bebé está um verdadeiro crescido. E vive tão intensamente as histórias.
No Domingo, fomos conhecer o Rodinhas Park, no Prior Velho. É um parque de diversão, com insuflável, uns circuitos, campo de futebol e uma pista para bicicletas e outros veículos de quatro rodas. As crianças são acompanhados por monitores muito simpáticos. Tem mesmo bom ar. Uma hora de brincadeira custa 4,5€. E é uma óptima opção para tirar os miúdos de casa em dias de frio e chuva. O espaço tem bar para os pais que não queiram estar sempre a olhar pelas crias. Também fazem lá festas de anos e o Rodinhas Park está na minha lista para o aniversário deste ano.
Ah e pronto o Simão teve uma nova experiência (não, não atirem já a matar!!): experimentou coca-cola zero pela primeira vez. Delirou! Estou verdadeiramente tramada.
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
La vérité sort de la bouche des enfants?
Aviso: este post não tem qualquer teor ideológico. Apenas pretende retratar um acontecimento doméstico real
Ontem, o Simão veio buscar-me ao trabalho. E teve assim oportunidade de ver muitos senhores da CGTP-IN. Já no carro, ouviu atentamente a conversa dos pais acerca da situação política do país, sem tecer qualquer comentários...
À noite, já em casa, o pequeno vem a correr do quarto, a esbracejar, e exclama: "eu sou comunista!, eu sou comunista". Onde reside a piada? É que até ontem naquelas circunstâncias, aquilo que ele gritava era "eu sou um monstro! eu sou um monstro!".
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Alimentar uma criança
Toda a gente fica surpreendida quando vê o Simão comer: delicia-se com pratos que as crianças normalmente não apreciam. Devora brócolos, ervilhas, grão, feijão e couve de bruxelas. Adora peixe cozido e salmão grelhado. Come a sopa sem reclamar. E come qualquer prato mais elaborado: caril, comida picante, sushi, etc. Há apenas uma coisa de que não gosta mesmo: pizza.
E perguntam-me muitas vezes qual é o segredo. Francamente não sei, cada criança é diferente. Mas desde que ele começou a diversificar a alimentação, sempre fiz questão de ele comer como nós. Coloquei sempre todas as verduras no prato. No início ele recusava-se a comer. Eu sabia, mas colocava sempre tudo no prato, para ele perceber que as verduras faziam parte da comida. Mas nunca, nem uma vez sequer, o forcei a comer algo. Incentivo-o a provar tudo, até pratos que não aprecio (como a morcela que ele come satisfeito), mas nunca stressei para ele comer nada. E ao ritmo dele, começou a provar os legumes e hoje é a parte do prato da qual mais gosta. Se os forçarmos acredito que começa a ser um desafio para eles, e passam a recusar para contrariar os pais.
Mas atenção, lá em casa (e isso já me vem desde a casa dos meus pais), as regras são iguais para todos. Ou seja, não o vou fazer comer peixe cozido, se eu estiver a comer bacalhau com natas. Não o faço comer uma sandes de fiambre de peru, se eu estiver a lambuzar-me com um bolo. O que vai para a mesa é para todos e acredito que a educação das crianças se faça (em todos os sentidos) por imitação: pelo que acredito que se for normal e satisfatório os pais comerem verdes, para ele também o será.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Erros do passado
Gosto de ouvir casais que dizem «quando for pai/mãe, não cometerei os mesmos erros que os meus pais». Gosto muito de ouvir essas filosofias, porque na maioria dos casos nunca se chegam a concretizar. Critica-se muito, mas na hora da verdade os erros são semelhantes ou por vezes mais graves. É engraçado como casais novos se esquecem rapidamente que há meia dúzia de meses ainda eram jovens. Que passaram por um rol de problemas na adolescência, que tiveram alguns problemas de relacionamento com os pais, etc. É o que digo: o início da maternidade/ paternidade deve levar consigo uma parte das nossas memórias.
Vejo pais com crianças ou jovens pré-adolescentes a cometer os mesmos erros do passado, sem conseguirem entender o que aquele jovem sente ou pensa. Quando eles próprios tiveram os mesmos receios, as mesmas preocupações, etc. Estas férias pude falar com a minha afilhada de 11 anos que se tornou a típica pré-adolescente que frente dos pais é uma flor intocada, mas que por detrás parte a loiça toda. Entendo isto, depois de falar com ela e a minha irmã. Tudo o que a minha sobrinha dizia, a mãe rematava com argumentos de pais, completamente estúpidos para a filha, que se sente imcompreendida, etc. Eu compreendi-a na perfeição e tentei explicar tudo a minha irmã, mas não. Era umas das tais que não iria cometer os mesmos erros dos pais, quando consegue ainda ser mais conservadora.
Há que manter o espírito jovem. Não nos esquecer do que já passamos. Tudo seria mais fácil. Ah mais tu não és mãe, e as mãe preocupam-se, etc. Sim, mas há pormenores que não põem em causa a segurança e educação das crianças, mas que as deixa voar, crescer e assumir-se. Há que alargar as amarras. Há que manter num recanto da memória o que já fomos. E como em tudo na vida, há que tentar colocar-nos na pele das crianças e tentar percebê-las em vez de se julgar o único detentor da verdade absoluta.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Contracepção natural
Costumo dizer que há crianças que funcionam como contracepção natural: fazem perder a vontade a qualquer um de ter um filho perante tamanha falta de respeito e saber-estar. Sim, eu sei que a culpa é dos pais. Dizem-me que é fácil falar enquanto não se é mãe, que vou aprender a que é melhor deixá-los fazer e não lhes dar atenção...
Quando entro no comboio, fujo dos lugares junto de crianças. Já vi um pouco de tudo: crianças que esfregam os seus sapatos nas pernas da pessoa sentada à frente, dando pontapés, crianças mal-criadas, crianças a limpar as mãos sujas de comida nos bancos (uma vez foi o próprio pai que lhe disse para o fazer!), etc. E claro os pais estão logo ali. Não percebi ainda se me dá mais vontade de bater nos progenitores ou à criança... E depois há aquelas noites em que se quer descontrair e se vai jantar fora para nos afastar da confusão e relaxar um pouco. E depois há aquelas pestes que correm à volta das mesas, ameaçando derrubar tudo à sua passagem. E não estou a falar de restaurantes de centros comerciais! E depois há aqueles pais que ficam chocados quando há solteiros que gostam de frequentar sítios livres de crianças! E na praia? Putos aos berros desnecessários, a correr por cima das toalhas alheias, salpicando tudo e todos?
Eu sei que uma criança tem energia, que tem que gozar a sua juventude e brincar. Concordo plenamente! Sou apologista que as crianças foram feitas para brincar. Mas será que não se podem divertir com regras? Eu tive-as em criança e não fui mais infeliz ou frustrada por isso. Temos que ensinar-lhes desde pequenos a respeitar o espaço dos outros. Pode ser que assim tivessemos adultos mais conscienciosos. E parem de pôr as culpas a quem não acha piada à falta de educação dos miúdos: se calhar deveriam somente repensar o tipo de educação que lhe estão a dar...
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Uma questão de privacidade
Assusto-me quando vejo alguns blogs e páginas de facebook de certos pais. Cada um gere a sua privacidade como quer, mas as crianças não têm opção de escolha. Se tivesse filhos, nunca os exporia com fotografias na internet, sem pelo menos distorcê-las. Dizem que sou muito desconfiada, que vejo o mal em todo o lado, mas a verdade é que na internet circula muita gente perversa e com más intenções.
Vejo pais que controlam arduamente os acessos à net dos filhos, proibindo até o uso de portátil no quarto, quando depois são os próprios pais que colocam várias fotos e pormenores da vida familiar na net. Arrepio-me quando chego a ver fotos da hora do banho, em alguns Babyblogs, em que as crianças estão todas nuas. E mesmo com roupas, será que a população ainda não sabe o que é possível fazer com o maravilhoso Photoshop? Mesmo as fotos mais inocentes podem tornar-se material erótico. E o que não faltam é redes pedófilas pela net.
Não se pode facilitar o crime. Uma pessoa muito atenta, e maldosa, consegue descobrir onde morra uma criança. os seus hábitos, o seu nome, o nome dos seus familiares e criar uma história muito fácil para enganar as crianças. Sim, eu sei, sou paranóica, mas sempre me ensinaram que mais vale prevenir do que remediar...
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