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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Visitar Paris - Disneyland Paris









Quem for a Paris e não for à Disney, é como ir a Roma e não ver o Papa. É uma experiência que qualquer criança e adulto deve viver pelo menos uma vez na vida. É um lugar mágico, sobretudo para os mais pequenos. Os olhos do Simão brilhavam ao ver as suas personagens favoritas. A mim, nunca me encantou muito e, desta vez, achei que tinha parado no tempo: sem grandes novidades em termos de atracções em relação há 20 anos atrás e houve imensos problemas técnicos que levaram ao fecho e evacuação de atracções várias vezes por dia. Não se tratando propriamente da festa da aldeia, e estando a falar de uma Disney, achei inadmissível. 

Na minha opinião, as atracções ou são demasiado radicais ou muito bebés. Mas conseguimos divertir-nos sendo que a nossa preferida foi a montanha russa Big Thunder Mountain e o Star Tours (o pequeno ficou fã da série). Nunca tinha ido ao Parque Walt Disney Studio e vale a pena a visita mas não é prioritário. Centra-se mais na área dos filmes e dos seus bastidores. A atracção do Ratatouille foi a nossa preferida.



A Parada é linda, e conta com várias das personagens Disney. O Simão só ficou triste porque a Ana e a Elsa (Frozen) nunca estão disponíveis para fotos. O espectáculo dos 25 anos não nos cativou. Mas o espectáculo de luz à noite - Disney Illuminations,  é de cortar a respiração, com luzes, água, fogo de artifício. Deixa-nos literalmente de boca aberta e a sonhar. Maravilhoso, mesmo!



Comer na Disney é caro e péssimo. Pelo menos para o primeiro dia, venham prevenidos com comida. O parque tem inúmeros locais para encher as garrafas de água. Muitos dos restaurantes fecham muito cedo. À noite sobram meia dúzia de locais muito caros e péssimos. No último dia jantámos umas tostas mistas gordurosas e pagamos quase 50 euros! Mas às 21h00 já não havia mais opções disponíveis. 

Aconselho mesmo a adquirirem os bilhetes online, directamente no site da Disney. Foi o sítio mais barato que encontrei. Depois é só imprimir. 

Em relação à estadia, podem optar por ficar hospedado num hotel do Parque, mas não é para todas as bolsas. A vantagem é que as entradas do parque estão incluídas e que podem entrar no parque duas horas antes da abertura oficial, o que permite fazer as atracções mais concorridas mais facilmente. Nós ficámos num hotels associado que fica muito próximo do  Parque e oferece transfer entre o hotel e o Parque. Ficámos no Kyriad e gostámos muito. O quarto é simples mas tem tudo para uma estadia confortável em família, o pequeno-almoço buffet é muito variado, tem serviço gratuito para guardar as malas. Para chegar à Disney desde Paris, aconselho mais uma vez o RER C, uma opção acessível e rápida. 


quarta-feira, 19 de julho de 2017

Paris - o que visitar



Paris tem uma enorme oferta a nível cultural. Existem centenas de museus, igrejas e locais de interesse. Há os mais óbvios e os menos conhecidos. Este site foi bastante útil para planear a nossa viagem e conseguir organizar os nossos dias por bairros. 

O que não podem mesmo perder em Paris? É sempre relativo: gostam mais de arte moderna ou antiguidades? De vida nocturna ou momentos relaxantes? Descobrir Paris para mim continua a ser percorrer as ruas, dar um passeio à beira do rio, ir experimentando a pastelaria e as especialidades locais... 

Não percam a Torre Eiffel (para comprar bilhetes online, pensem em fazê-lo com pelo menos dois meses de antecedência), o Dôme des Invalides, as pontes, a Opéra Garnier, o Louvre, Jardin des Tuileries,  la Place de la Concorde, le Jardin du Luxembourg, l´Arc de Triomphe, les Champs Élysées, le Grand Palais, le Petit Palais,  le Panthéon, le Moulin Rouge, Montmartre, le Sacré Coeur, les Forum des Halles, le Centre Pompidou, la Sainte Chapelle (top!), Norte Dame, les passages couverts, l´Église de la Madeleine, ... Paris tem tanto para ver e descobrir. Reservem pelo menos 3/4 dias para conhecer Paris. 

Aconselho mesmo a visita ao Château de Versailles, onde facilmente passam um dia, entre o palácio principal, os jardins, a casa de Marie Antoinette, le Petit Trianon. Podem levar piquenique para comer nos Jardins. Aconselho a visita aos fins-de-semana, terças ou quintas porque é quando as fontes são accionadas (embora durante poucos minutos). Comprámos o bilhetes online para evitar as filas (que foram enormes na mesma), e para aceder a tudo pagámos 27€/ adulto. Chegar a Versalhes é fácil: basta apanhar o RER C. 

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Visitar Paris







Paris é a cidade das Luzes, do amor. É uma cidade maravilhosa para deambular pelas ruas e jardins, sentar-se na esplanada de um bistrô a conviver, fazer um piquenique no Trocadéro. É uma cidade em que cada prédio é uma peça de arte. Quem ainda não conhece, não pode deixar de visitar Paris. Embora seja um destino bastante caro.

Gostava de deixar algumas sugestões e dicas para quem tenciona visitar Paris. Vou tentar ir publicando alguns posts sobre o tema.

Viagem
Hoje em dia os voos são a opção mais económica de viajar para Paris. Existem inúmeras low cost a fazer a ligação aérea e os valores dos bilhetes são bastante acessíveis. Recomendo viajar para o Aeroporto Paris Charles de Gaulle (CDG) ou Paris Orly. Nós viajámos pela Easyjet até CGD. No terminal existe ligação de RER (comboio) para o centro da cidade. É bastante rápido e cómodo e custa cerca de 10€ por adulto.

Estadia
Ficar hospedado em Paris é caro. Optámos por alugar um apartamento através da Airbnb, o que nos permitiu poupar na estadia, nos pequenos-almoços e nos permitiu fazer muitas refeições mais baratas (preparava quase sempre farnel para o almoço). A vantagem de Paris é que tem uma grande rede de metro (dizem que se encontra uma estação a cada 500m), pelo que se pode optar por zonas menos centrais e é cómodo na mesma (ficámos na zona de Bastille). 

Transportes
Paris é uma cidade plana e, como já disse, a magia da cidade reside em passear pelas suas ruas, encontrar estátuas, praças, edifícios lindíssimos. Andar de metro faz perder grande parte da magia e da beleza da cidade. Nós só fazíamos 2 viagens por dia de metro: para ir até à zona da cidade que iríamos explorar naquele dia e para regressar a casa. Existe uma tarifa especial/ por dia, que dá acesso a toda a rede de transportes em Paris. Para as 5 zonas (que permite ir à Disney e a Versalhes, por exemplo), para 5 dias fica a 52,20€ por adulto. As crianças a partir dos 4 anos pagam uma tarifa especial.

Mapas
Antes de partir descarreguei a aplicação Ulmon e é fantástica. É grátis, dá para aceder offline e indica-nos a nossa localização no mapa e conseguimos rapidamente identificar os melhores percursos para os locais onde pretendemos ir. Também nos indica supermercados, restaurantes, etc., mais pertos. Foi uma grande ajuda. Recomendo.

Neste site encontram também vários mapas que facilmente podem imprimir e levar convosco na mala. 

Sightseeing
Nunca tínhamos feito, e desta vez decidimos contratar um tour à noite, para fazer o Paris by Night. Paris é muito gira à noite e com o Simão seria difícil percorrer ruas de noite, porque às 22h00 ele já estava a querer dormir. Fizemos com a Paris Tourisme, ficou em 19€/ adulto, com audioguia em português em autocarro aberto. Valeu muito a pena. Recomendo. Também fazem passeios no Sena. 

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Saiko



Lá em casa adoramos sushi e estamos sempre à procura de novas experiências. Há muito tempo que queria conhecer o Saiko, pois muita gente (nomeadamente o "Onde Vamos jantar") dizia que era o melhor da Grande Lisboa. No dia de aniversário do pequeno já é tradição irmos almoçar a dois. Este ano fomos até ao Estoril.

Ia com a ideia de experimentar o menu executivo de fusão, mas ainda bem que desisti da ideia porque teria ficado desiludida. De fusão não tinha nada e felizmente fui bem aconselhada pelo empregado que nos atendeu. Escolhemos o combinado Saiko San de 42 peças e cada peça foi uma surpresa em boca. Delirámos. A fusão está bem presente, mas deixa o peixe brilhar, nota-se a frescura do peixe, o bom corte, sem ser necessário recorrer a muitos molhos e artifícios. A variedade das peças é estupenda, e o Chef foi acessível às nossas preferências. 

O espaço é pequeno mas muito trendy e cosy, onde predomina o branco e o dourado. É um espaço muito elegante. Fantástico para um serão a dois. Deu-nos mesmo vontade de voltar para explorar melhor a Carta. Os preços não são os mais baratos, mas não achei caro. Passo a explicar: o valor é justificado pela qualidade e pelo tipo de peças que nos servem. Infelizmente, nem todas as bolsas (a minha inclusive) não suporta ir regularmente ao Saiko mas vale a pena ir lá em ocasiões especiais. 

terça-feira, 4 de julho de 2017

Ground Burguer, a melhor hamburgueria de Lisboa?




Muita gente afirma que o Ground Burguer é a melhor hamburgueria de Lisboa. Não consigo confirmar, porque nunca vou a uma hamburgueria. Esta despertou a minha curiosidade com todas as fotografias que via no instagram de hambúrgueres suculentos e bem apetitosos. E as críticas têm sido muito positivas. Por isso, tive mesmo de experimentar. Eu bem disse que o mês de junho foi o mês da desgraça!

A decoração do espaço é muito simpática, muito industrial, com prateleiras feitas com tubos, e azulejos bem temáticos. Escolhemos os dois hambúrgueres mais pedidos da casa: o Ground Burguer (carne, queijo cheddar, alface, tomate, cebola roxa, e molho especial) e o Baconcheese (carne, queijo cheddar, bacon crocante fumado, alface, tomate, cebola roxa, molho BBQ fumado). Os dois são muito saborosos mas o BaconCheese foi o preferido, com um sabor mais acentuado. Nota-se a qualidade dos ingredientes, sobretudo do pão levemente tostado. Gostámos imenso. E as batatas fritas com alho e alecrim, servidas com maionese de alho, são altamente viciantes. A Carta de cervejas artesanais é muito interessante. Os colaboradores são muito simpáticos, sempre com um sorriso nos lábios. Foram muito atenciosos com o Simão. 

Foi uma boa experiência, mas a verdade é que o valor é um pouco proibitivo. Como não vamos regularmente a hamburguerias, acho que vale muito a pena. A verdade é que também tenho ouvido falar muito bem do B Temple, e sou bem capaz de experimentar um dia destes... 

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Sugestões para o fim-de-semana com crianças



Em maio, fomos conhecer a iniciativa da Junta de Freguesia do Areeiro: Jardim de Encantar. Até Setembro, todos os primeiros sábados de cada mês, o Jardim Fernando Pessoa recebe muitas actividades para as famílias e principalmente para as crianças. Fomos conhecer a iniciativa no dia 6 de Maio, mas este sábado, dia 3 de Junho há mais: insufláveis, pinturas faciais, jogos tradicionais, caça ao tesouro, fantoches, teatro e ainda pipocas e algodão doce. E é tudo grátis. Às 21h00 há sessão de cinema grátis ao ar livre (Um porquinho chamado Babe). Gostámos muito da primeira edição e passámos uma tarde bem diferente. Fica a sugestão para este sábado. 




sexta-feira, 12 de maio de 2017

Moinho d´Água, das melhores pastelarias da Grande Lisboa














Muitas vezes fazemos reviews aos locais da moda, aos novos spots da cidade, mas esquecemos-nos daqueles estabelecimentos que frequentámos há anos, que nunca desiludem, e que já nos acolhem com um sorriso nos lábios.

A pastelaria Moinho d´Água situa-se em Alverca do Ribatejo, e ficou mais conhecida do grande público depois da sua participação no programa de televisão Best Bakery. Para quem é da zona, esta é sem dúvidas uma das melhores pastelarias do Concelho, com uma grande variedade de bolos e pão que nos deixam literalmente com água na boca. É difícil destacar algo, porque tudo o que já provei é maravilhoso: pães de deus e pastéis de nata dos melhores que já comi, bolos em camada, bolos envolvidos em crepes, bolachas diversas, tartes de maçã maravilhosas, croissants de chocolate e de canela deliciosos: o mais difícil é mesmo escolher.

Da última vez que lá fomos, provámos o pastel de natal de Kinder Bueno e o Muffin de Kinder Bueno. As minhas papilas ainda dão saltos de alegria e só estou à espera de outra oportunidade para repetir o Muffin. Os preços não são elevados como em muitas pastelarias da capital (o pão de deus é 0.90€, por exemplo). A sala é que fica rapidamente muito cheia, por isso, muitas vezes é preciso esperar. Deixei algumas imagens para irem sonhando e fica a sugestão para o fim-de-semana que está mesmo aí à porta...

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Sala de Corte - o paraíso das carnes maturadas









Finalmente fui experimentar a Sala de Corte, um restaurante especializado em carnes maturadas. As expectativas estavam muito altas e tenho sempre receio quando assim é. Mas não desiludiu. 

A primeira surpresa surgiu sob a forma de um Brioche de chouriço de porco preto, cortesia da casa, que estava muito bom. A nossa escolha recaiu numa Vazia e numa Entrecôte que vinham servidos com tomate cherry assado no forno e relish de tomate fumado. Não sei bem como este último é feito, mas apaixonei-me pelo sabor. A carne estava no ponto e suculenta. Os molhos escolhidos foram o de cogumelos (o meu preferido) e o Chimichurri, um molho com pimentos picados, que também combinava lindamente com a carne (o preferido da cara metade).

A segunda surpresa foram os acompanhamentos. Amei. Era capaz de voltar à Sala de Corte só para comer acompanhamentos. Escolhemos o Brás de cogumelos e espargos e os Legumes assados com azeite de alho e tomilho. Estavam deliciosos.

A terceira surpresa dá pelo nome de Textura de Avelã com gelado de caramelo salgado. Só de olhar para a fotografia ficou com água na boca. Foi orgásmico de tão bom. As várias texturas da sobremesa, com as pipocas com caramelo, e a fusão de sabores fizerem desta sobremesa um dos melhores doces que já provei.

Não é um restaurante barato mas penso que a qualidade justifica o valor pago. As peças de carnes mais baratas rondam os 16,50€, as sobremesas 5€ e os acompanhamentos variam entre os 2,5€ e os 3,90€. O único valor que me "chocou" foi o da coca-cola zero a 5€ (tanto como a sobremesa).

Recomendo mesmo o restaurante, nem que seja para uma ocasião especial. Fica no Cais do Sodré (atrás do Mercado da Ribeira) e acredito que não vão ficar desiludidos. O espaço é pequeno e não aceita reservas, por isso convém ir cedo. Quem sabe se alguém segue esta sugestão já neste fim-de-semana prolongado... eu não me importava de repetir já a experiência. 

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Parque Rural Tambor








Quem tem crianças pequenas está sempre à procura de novos planos para o fim-de-semana e para os períodos de férias. Este fim-de-semana foi rico em experiências: no sábado fomos ver o novo filme dos Smurfs (que adorámos! Eu porque me vi ali com 8 anos outra vez e o Simão que amou conhecer aquelas figurinhas azuis); e no domingo fomos conhecer o Parque Rural Tambor, em Aveiras de Cima.

Localizado a apenas 30 minutos de Lisboa, este Parque proporcionou-nos um dia muito divertido. O conceito é simples: imaginem um campo enorme (do tamanho de 4 campos de futebol), pelo qual estão espalhadas dezenas de jogos tradicionais, para que pais e filhos possa, juntos, divertir-se à grande. É o cenário ideal para esquecer tablets e pc. Os jogos são toscos, feitos com materiais reutilizados, mas proporcionam grandes momentos de diversão em família. Há corridas de sacos, mini golfe, tira ao arco, ordenha de vaca, corrida de ski, rally rural, trampolim, slide, gincana rural, entre muitas outras actividades.

Podem ainda fazer um passeio de tractor e visitar os animais da quinta. O Parque tem um espaço para churrasco e zona para pique-nique (foi o primeiro do ano, e soube muito bem). 

Foi um dia muito bem passado e muito agradável. O Simão só perguntava quando é que voltaríamos. 

É um local simples, genuíno, gerido por pessoas simpáticas. É um bom local para estar em contacto com a natureza, sentir a paz, fugir do rebuliço da cidade, gozar o ar livre, onde as crianças podem correr e brincar com qualidade com os pais. É só calçar umas sapatilhas e aproveitar o dia.

Comprámos os bilhetes na Odisseias (correu pessimamente já agora), mas os bilhetes custam 8 euros (adultos) e 6€ (crianças).  

Não ficámos lá, mas o Parque tem duas caravanas amorosas para quem quiser lá ficar hospedado. Vejam só:



quarta-feira, 8 de março de 2017

Restaurante Absurdo





Depois de ouvir falar tão bem do Absurdo, o novo restaurante do Olivier em Lisboa, fui experimentar a sandes de frango e a de bacalhau. As notícias diziam "as sandes são tão grandes que chegam a ser absurdas". Não sou mulher de grande alimento, e estava a espera de sandes bem maiores. São grandes sim, dá para partilhar, mas uma pessoa que come bem, atreve-se bem com ela. 

Vamos às sandes. A "Gaita de Bacalhau" leva bacalhau, ovo, humus coentros e salsa, portanto estava a espera de um festim de sabores. Mas a sandes é completamente desenxabida: não sabia a nada, literalmente. Passámos então à "Frango à Leitão", com frango temperado à bairrada e batata palha. Esta era bem mais saborosa, mas a quantidade de frango era mínima (um bocadinho de frango por bola é demasiado pouco na minha opinião). E para comer sandes só com pão, vou à tasca da esquina e não pago quase 8 euros por ela. Outro ponto negativo: as sandes chegaram à mesa completamente frias, e eu odeio comida fria (quando é suposto ser quente ou morna). Tal como odeio passar um frio de rachar num restaurante, como aconteceu nesse dia, em que não tirei o casaco (como a maioria dos clientes). O ponto positivo: o pão é realmente bom, leve, saboroso, levemente tostado, e diferente. A decoração é moderna e trendy. 

Moral da história: não achei mesmo nada de especial (ou então tive mesmo azar no dia) e não voltarei ao Absurdo. Estava com vontade de experimentar o Pito do Bairro, também do Olivier, mas até fiquei com receio.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Kidzania - ir ou não ir com crianças pequenas?





Há semanas que andava a pensar levar o Simão à Kidzania, mas estava na dúvida se não seria cedo. Até porque o valor do bilhete é um pouco elevado (crianças de 3/4 anos pagam 14€, dos 5 aos 15 anos 19,50€ e adultos 10€). Fomos este fim-de-semana porque ganhei bilhetes num passatempo. O Simão está a caminho dos 5 anos e sim, acho que ainda é cedo. Acho que o ideal é a partir dos 6/7 anos, em que eles percebem melhor o conceito e conseguem desfrutar mesmo das actividades. 

O conceito é muito giro: o parque tenta assemelhar-se o mais possível a uma cidade de verdade. Cada criança recebe um cheque que vai trocar por dinheiro no banco. Depois tem de gerir o seu orçamento: tem de ir trabalhar para ganhar dinheiro, para depois poder ir divertir-se em actividades pelas quais têm de pagar. Podem abrir contas no banco para guardar o dinheiro que lhe sobrar no final do dia, e têm de tirar a carta de condução (muito parecida com a verdadeira) para poder conduzir, etc. O conceito é mesmo muito giro. Mas deveria haver mais monitores para acelerar as actividades: a demora é imensa e passa-se demasiado tempo nas filas (e se as crianças mais pequenas não tiverem muita paciência, torna-se difícil). Outro ponto negativo comum a este tipo de parque: falta uma opção de comida saudável!!!

Há mais de 60 profissões para experimentar, desde polícia, bombeiro, veterinário, pintor, jornalista, caixa de supermercado, entre muitas outras.O Simão gostou imenso e foi difícil tirá-lo de lá, mas vou deixar que ele cresça mais para regressar.