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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Flores Cortadas | Karin Slaughter



"Passaram mais de duas décadas desde que Julia, a irmã mais velha de Claire e de Lydia, desapareceu aos 19 anos, sem deixar rasto. Algum tempo depois, elas deixaram de se falar e seguiram caminhos opostos. Claire tinha-se convertido na esposa decorativa e ociosa de um milionário de Atlanta. Lydia, uma mãe solteira, namorava com um ex-presidiário e esforçava-se por fazer com que o dinheiro chegasse até ao fim do mês. No entanto, nenhuma delas recuperara do horror e da tristeza da tragédia partilhada. Uma ferida atroz, que se reabriu cruelmente quando o marido de Claire foi assassinado. O desaparecimento de uma jovem e o assassinato de um homem de meia-idade, separados quase por um quarto de século. Que relação podia haver entre ambos? Depois de alcançar uma trégua precária, as irmãs sobreviventes olharam para o passado em busca da verdade, começaram a desenterrar os segredos que destruíram a sua família, a descobrir uma possibilidade de redenção e vingança onde menos esperavam."

Acabei este livro esta noite. Adorei! É obscuro, é surpreendente, prende-nos da primeira à última página. Se gostarem de um bom thriller, que nos arrepia, nos tira horas de sono, e nos faz olhar por cima do ombros à procura de sombras obscuras, este é o livro que têm que escolher

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Livros que devem permanecer na estante das livrarias

Nem sempre as escolhas literárias são as mais acertadas. E às vezes há equipas de marketing que trabalham mesmo bem...

Foi o caso do livro A Viúva de Fiona Barton. Foi com muita expectativa que iniciei este livro que foi aclamado um dos melhores thrillers do ano. O desfecho é expectável deste o início, as surpresas são poucas, a leitura torna-se monótona. Francamente não me convenceu. Há tantos bons thrillers a serem publicados, não vale a pena perder tempo com este. Porque é mesmo uma perda de tempo...



Outro livro péssimo: Amor e Chocolate de Dorothy Koomson. Esta escritora apaixonou-me tanto com A filha da minha melhor amiga que passei a ler os livros dela sempre que publicava um novo. Foi daquelas autoras em que senti que existe aquela pressão para "parir" livros, tanto que a criatividade se ressente. No entanto, ultimamente voltei a ler livros muito bons dela (por exemplo, a praia das pétalas de rosa), por isso agarrei neste. Mas Amor e Chocolate é uma tentativa deprimente de fazer literatura erótica. Porquê adotar um estilo que não é nosso? Não gostei, foi aborrecido, deprimente, enfim, senti-me muito defraudada. Não recomendo mesmo! 

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Das coisas boas da vida...



Irmãs | Claire Douglas
Este livro é completamente viciante: não se consegue largar. É um dos melhores thrillers psicológicos que li nos últimos meses (e li alguns), bem construído, com imenso suspense e reviravoltas. Imaginem duas irmãs gémeas: uma morre e outra mente. A que sobrevive conhece os irmãos gémeos Bea e Ben e é envolvida num meio perturbante, repleto de acontecimentos perturbadores. Onde está a verdade? Leiam este livro. Mesmo. 



Pequenos Vigaristas | Gillian Flynn
Este é um conto escrito à boa maneira envolvente e "negra" de Gillian Flynn, com muitas questões sobrenaturais à mistura. Lê-se muito bem: são 70 páginas, com um tipo de letra grande e um espaçamento entre linhas ainda maior. O final também é demasiado abrupto mesmo para quem gosta de finais em aberto. 9€ pelo livro parece-me excessivo, mas se o encontrarem numa biblioteca ou o conseguirem emprestado, não deixem de o ler, porque é mesmo um bom conto. 

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Livros em tempo de férias


Quando entrei de férias estava a ler Se isto é uma Mulher de Sarah Helm, e como não gosto de deixar livros a meio, levei-o comigo. Fala sobre Ravensbrück, um campo de concentração nazi para mulheres.
É um livro de não-ficção que aborda temas pesados para uma época que se quer de relaxamento e descontracção - pelo menos na minha opinião. É um livro bastante interessante que fala de temas ligados aos campos de concentração que nem sempre são do conhecimento público. Muito se fala do genocídio dos judeus, mas pouco de fala de como tudo começou, de como se mataram muitos alemães nestes campos: doentes mentais, idosos, prostitutas, sem abrigos, políticos. Mostra a monstruosidade da violência extrema dirigida às mulheres. Descreve experiências reais, com testemunhos vívidos. Relata experiências médicas, maus tratos, espancamento, a fome, o assassínio de bebés frente às mães, abortos, etc.
Este livro é bastante exaustivo, quase como uma tese. Mas mantém uma leitura fluída. É um daqueles livros para se ir lendo, com calma.


Depois saltei para um registo totalmente oposto. Fui ao engano: pensei que se tratava de um thriller puro e duro. Na praia, li a capa do Maestra e percebi que afinal também pertencia à categoria de literatura erótica, que não faz propriamente o meu estilo. Admito que foi uma boa companhia e que gostei da personagem principal. Envolve sexo (bem contado,  muito melhor do que aquelas sombras de Grey...) e crime. Não é um Grande livro, mas acho é uma boa aposta para momentos na praia ou à beira da piscina. Gostei deste livro e pela forma como acaba deve ter continuação...



O Arquitecto de Paris é uma história tocante, que me apaixonou. Um arquitecto que vive sob a Ocupação alemã, sem trabalho e sem dinheiro. Aceita projectos dos nazis mas também se envolve na protecção de judeus, com a criação de esconderijos em habitações. É uma leitura envolvente e tocante porque nos põe perante sentimentos contraditórios, sobre a vontade de sobreviver, sobre valores de honra. E fala-nos um pouco sobre a atitude dos franceses durante a Ocupação e na colaboração activa destes na deportação de judeus (muitas vezes esquecidas). Recomendo mesmo!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Sugestão de leituras para a praia

 Os livros são óptimos companheiros: para almoços solitários, para viagens de comboio, para serões enroscados no sofá, para levar para a praia,... enfim, para quase todos os momentos há um livro ideal! Estes foram os últimos que li:



As Crónicas de Clifton acompanham a história de Harry Clifton desde os anos 20 até aos nossos dias. Depois de um primeiro volume excepcional, os dois seguintes, "Os pecados do pai" e "O segredo mais bem guardado", são bons mas não tão empolgantes. Mesmo assim recomendo a leitura principalmente para quem gosta do género que conta uma história familiar com apontamentos históricos. 


Adoro os livros de Luís Miguel Rocha (quem ainda não leu, por favor ir a correr ler a Bala Santa). Infelizmente um cancro levou demasiado cedo este autor português que tanto sucesso fez além-fronteiras. O que mais gosto dele é o ser humano excepcional que era. Acompanhava-o no Facebook onde publicava regularmente curiosidades sobre o Vaticano. Pelos vistos, nutria o desejo de publicar estas curiosidades em livro, o que a editora e família decidiu fazer após a sua morte. Enquanto apaixonada por estes temas e pelo autor, não poderia ter deixado de adquirir este. Não é ficção (são simplesmente factos)e é divido em curiosidades que se lêem muito bem, tornando-se num bom livro para quem ter curiosidade em conhecer mais pormenores sobre o Vaticano: os papas assassinados, os aposentos do Papa, as forças de segurança, etc. 

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Os bebés de Auschwitz



Adoro livros históricos, mas nem toda a gente tem mestria para escrever este género literário de forma cativante, com dados históricos, sem se tornar enfadonho. Quando vi que a autora é biógrafa, mais receio tive. Mas a Wendy Holden superou-se. A leitura é fluída. E traz outro aspecto interessante: normalmente os livros que se dedicam ao Holocausto, apenas nos falam do período passado no campo de concentração. Neste caso, conhecemos a vida de 3 mulheres - Priska, Raquel e Anka - desde a sua infância, passando por guetos, campos de concentrações, a libertação, o regresso a casa e a vida depois do campo. E dá-nos uma perspectiva totalmente diferente, mais humana, mais lúdica. Conta-nos como estas 3 mulheres engravidaram e conseguiram ter um filho naquele cenário de horror. E como um bebé com 1,5 quilos conseguiu sobreviver nascendo em condições extremas de subnutrição, doença, sujidade, etc. São verdadeiros milagres. O percurso destas 3 mulheres coincidiu mas elas não sabiam da existência umas das outras. O livro mostra-nos todos os lados do horror: a ignorância, a maldade, mas também a entreajuda, o amor, a esperança. 

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Os últimos livros





Pura Coincidência de Renée knight é um thriller psicológico muito bem construído e que nos reserva inúmeras surpresas ao longo da história. Tudo se desenvolve à volta de um livro "O perfeito desconhecido" que retrata acontecimentos do passado da protagonista, Catherine, que ela tentou esconder de toda a gente durante 20 anos. O problema é que o livro acaba por chegar às mãos do marido e do filho e as reações são devastadoras... O livro garante uma leitura rápida, tal é a nossa vontade de desvendar a verdade...

O Suspeito de Michael Robotham foi uma sugestão da Lénia do Not so Fast. Como ela gosta tanto como eu de policiais, arrisquei e não desiludiu. Joseph aparenta ter a vida perfeita: uma família bonita, uma carreira bem sucedida de psicólogo. Mas vê-se envolvido nas investigação de um homicídio, o que irá perturbar toda a sua vida...


A procura de Sana de Richard Zimler foi outra sugestão de uma leitora do blogue (não me lembro do nome, sorry...). Foi uma leitura agradável e cativante, mas mesmo assim preferi o "Anagramas de Varsóvia". No livro, um escritor, o próprio Richard Zimler, encontra na Austrália uma admiradora, bailarina, que lhe diz que o seu livro O Último Cabalista de Lisboa influenciou muito a sua vida. A mulher suicida-se frente ao escritor e Zimler tenta reconstituir a vida de Sana, o que nos leva a temas como o conflito israelita/ palestiniano, o terrorismo, etc. 

Recomendo os 3 livros. E vem aí a Feira do Livro, por isso, são sempre bem-vindas novas sugestões



quarta-feira, 27 de abril de 2016

Sugestão para o verão que se aproxima


Este é um daqueles livros que nunca compraria, mas a verdade é que foi uma óptima companhia. Uma história cativante, personagens interessantes e ainda alguns dados históricos pertinentes. É daqueles livros leves e envolventes que gosto de levar comigo de férias, nas idas à praia ou à piscina. 

Conta a história da recém-nascida Hope, fruto do adultério de uma aristocrata, que é educada por uma família pobre, sem saber nada sobre as suas origens. Estamos em 1836 e vamos acompanhar o crescimento de Hope, a sua infância, o momento em que começa a trabalhar para a família da sua mãe biológica, quando foge e vive na miséria, até encontrar o amor e se tornar enfermeira. 


quinta-feira, 14 de abril de 2016

Vozes de Chernobyl


Há livros que são verdadeiros murros no estômago. Vozes de Chernobyl é um conjunto de testemunhos de pessoas que viveram a catástrofe nuclear: pessoas de diferentes estratos sociais,  sexo, funções e vivências. Através dos relatos, percebem-se diferentes percepções e sentimentos: alguns com enfoque no amor (há dois relatos de mulheres tão fortes), outros mais racionais, outros a apelar à justiça, outros a desejar ardentemente o regresso do comunismo. 

Pouco sabia de Chernobyl (e tenho que ler mais sobre este acontecimento) e não tinha percepção dos valores políticos e sociais envolvidos; de como marcou o fim do homem soviético. É incrível como questões culturais marcam tanto o homem e o levem ao "suicídio" de uma forma tão abnegada. Sabia que a gestão da crise não tinha sido a melhor, mas desconhecia que tinha sido tão danosa e quase um crime contra a humanidade.

Gosto muito de ler livros de não-ficção sobre acontecimentos que marcaram a história da humanidade. Permitem-nos perceber mais sobre o mundo em que vivemos. 

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Livros


Depois da minha primeira experiência com livros da Karin Slaughter (Génesis com pontuação máxima), quis mesmo ler mais. Consegui apanhar os dois primeiros da série e gostei imenso. Principalmente do primeiro (Morte Cega). Gostava de acompanhar as diferentes séries da autora, de forma cronológica, mas em Portugal parece que não têm sido publicadas de forma certa. Mas porque é que as editoras fazem isso?




Este livro conta a história de HP que encontra um telemóvel que o convida a entrar num jogo de realidade alternativa, com missões emocionantes. Mas o jogo não é assim tão inocente... O livro é mediano: mantém o suspense mas não é dos melhores thrillers que já li. É bom ao fazer-nos pensar se muitos acontecimentos do dia-a-dia são tão inócuos como parecem...


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Bons companheiros para dias de chuva




Quis o destino que lesse estes dois livros de seguida: coincidência, porque os dois abordam a mesma questão: a das modificações genéticas e a facilidade em se criar "vida" em laboratório.

Eu adoro James Rollins e todos os livros da série Força Sigma. A Sexta Extinção fala-nos de modificações genéticas e de várias correntes científicas que pretendem travar a sexta extinção que está a decorrer. "Como salvar os milhares de espécies que estão a desaparecer?": esta  é a questão de base desta história. Gostei do tema e faz-nos pensar muito sobre o que estará (realmente) a acontecer nos laboratórios de todo o mundo. 

Recomendo o livro Peregrino. Tem todos os ingredientes essenciais para nos prender do início ao fim: crimes perfeitos, um investigador de topo, dados históricos, o porquê do radicalismo, uma ameaça terrorista e, mais uma vez, o perigo da proliferação de dados científicos na internet e da facilidade de se montar um laboratório com instrumentos avançados à venda no Ebay. O livro é muito bem escrito, as personagens muito bem construídas. Francamente adorei! Tenho estado atenta e a Topseller tem publicado dos melhores livros que li ultimamente (e tenho mais dois livros desta editora à espera nas prateleiras lá de casa).

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Top, Top, Top


Este livro é fenomenal. Um dos melhores policiais que li nos últimos tempos. É altamente viciante, por isso cuidado com paragens de comboio, comida no fogão, porque se pegarem neste livro estão a dois passos de fazer asneira. 

Nunca leio um livro de uma série sem começar pelo primeiro. Mas desta vez distraí-me. No entanto, vou já procurar os outros dois livros da autora, Tríptico e Fraturado. 

Génesis relata uma investigação muito peculiar. Uma mulher com graves sinais de tortura é atropelada por um casal. O agente especial Will Trent descobre uma macabra caverna perto da cena do crime e a partir daí começa uma caça ao homem alucinante. O livro está mesmo bem escrito e as personagens bem construídas. A escrita é tão realista que até me arrepiei com algumas descrições. 

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Sugestões das boas

Há quem leia apenas no verão, quando está de férias à beira da piscina ou na praia. Comigo noto que leio mais no inverno, nas longas tardes de chuva quando a cria dorme, e à noite, enroscada numa manta no sofá, enquanto o homem vê os seus programas no Discovery (até porque com o Simão ficar estendida na toalha sossegada é impossível!) E o ano começou com dois livros muito bons.

Numa das newsletters que recebo da Wook, o livro "os Pecados do Pai" chamou-me a atenção e percebi que fazia parte de uma saga. Portanto, procurei o primeiro volume"Só o tempo dirá" e não me arrependi. É um romance com apontamentos históricos interessantes, de uma leitura fluída e cativante, e personagens ricas. O livro narra a vida de Harry Clifton desde os anos 20 até aos anos 40, em Inglaterra. Harry nunca conheceu o pai e é criado pela mãe, tio e avós. Uma bolsa de estudo faz com que a sua vida mude, principalmente quando descobre a verdade sobre o pai. Aconselho vivamente este livro e estou ansiosa por pegar no segundo volume.


Quando soube que este livro seria publicado fiquei entusiamada. Falou-se que a companheira de Stieg Larsson, depois de ele falecer, iria publicar o quatro livro da saga Millenium que o autor já tinha iniciado. Afinal, quem o publicou foi David Lagercrantz, sem o consentimento da esposa. Mesmo assim, não resisti e li o livro. No início foi uma leitura um pouco penosa: não sei se foi porque não encontrava ali os toques de Larsson. Mas depois, a leitura ganha vida e ritmo, a história está bem estruturada e tornou-se altamente viciante! Neste livro, reencontramos Lisbeth Salander e o jornalista Mikael Blomkvist, para uma aventura que alia homicídios, génios da computação e da matemática, violência e vingança. Recomendo!




segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

últimas páginas de 2015

Acabo o ano de 2015 com estes três livros.


Nunca tinha lido nada de Penny Vincenzi . Mas na capa do livro "Escândalo", estava uma chamada que me dizia "Compre-o numa sexta-feira à tarde, vá para casa e desligue o telefone". Foi o que bastou para decidir levar o livro comigo, que se revelou uma óptima companhia. Narra a história de uma fraude financeira que leva um grupo de jovens ricos à falência. As personagens estão muito bem construídas e a trama é envolvente. 

"A vinha do Anjo" da Sveva Casati Modignani é um livro mediano. A escritora já escreveu histórias muito mais ricas, com personagens muito mais envolventes. Passa-se em Itália, no meio das vinhas, cuja personagem principal é Angelica, uma empresária de sucesso do mundo vínico. É daqueles livros que nem aquecem, nem arrefecem. É preferível apostar em outros livros da autora, que realmente merecem a leitura. 



Por outro lado, "Não me deixes" de Gilly Macmillan revelou-se uma excelente surpresa. Conta o desaparecimento de uma criança de 8 anos. Bastou alguns minutos de desatenção para Rachel Jenner perder o seu filho. A história prende-nos e acompanhamos os desenvolvimentos do caso através da perspectiva de várias personagens. Gostei muito e recomendo vivamente. 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

12 livros para oferecer no Natal

Se gosto de receber livros, também gosto imenso de os oferecer. Para presentear alguém com um livro, é preciso ter tempo para encontrar um livro que se adapte à personalidade da pessoa que queremos presentear. Nada de mais incómodo do que receber um livro e termos logo a certeza que a pessoa chegou à Fnac e pegou no primeiro destaque que lhe apareceu. Oferecer livros é dar magia, abrir caminhos e horizontes: é fazer sonhar, é dar emoções, é partilhar histórias e sentimentos. 

Aqui ficam algumas sugestões de livros para oferecer. Poderia sugerir outras novidades, mas apenas recomendo aquilo que já li. 

Para quem gosta de policiais, sugiro O Homen da Areia, que foi o melhor que li em 2015, no entanto, é melhor ler os livros anteriores de Kepler para compreender bem a história.



Para amantes de livros históricos, este foi sem dúvidas o melhor do ano. Qualquer livro da Isabel Stilwell é fantástico.


Para quem, como eu, adora livros que aliam ficção a uma grande dose de dados históricos, com ritmo e com personagens ricas, estes livros são indispensáveis:












Para fãs de thrillers leves, com finais surpreendentes, que nos prendem da primeira à última página, sugiro:




terça-feira, 17 de novembro de 2015

Romances históricos



"Até nos vermos lá em cima", Prémio Goncourt 2013, conta a história de dois soldados franceses que se encontram no campo de batalha no dia 2 de novembro de 1918, a poucos dias do Armistício. Os acontecimentos trágicos dessa batalha vão uni-los. Existem muitos livros que abordam os dias da 1ª Grande Guerra, ou até os acontecimentos que levaram ao início do conflito. Mas poucos nos falam da vida depois da Guerra. Quando a França não estava preparada para receber os soldados de volta. Não é um livro arrebatador, mas mantém-nos presos, na expectativa de descobrir o que vai acontecer aos dois soldados.... Recomendo, foi uma óptima companhia.



Este livro retrata a vivência no campo de extermínio de Auschwitz. É uma visão diferente do habitual, pois os acontecimentos são retratados por diferentes personagens: SS, nazis, prisioneiros, etc. É um livro interessante, mas não é o livro mais marcante que li sobre este período da História. Dizem que este livro é "um dos mais polémicos dos últimos anos". Mas não achei de todo. Se quiserem comprar um livro sobre este tema, procurem outro. 


terça-feira, 3 de novembro de 2015

Leituras para dias de lareira

Apesar de adorar ler na praia (mas tenho lido menos desde que vou à praia com uma criança), sabe-me ainda melhor dedicar-me às leituras naqueles dias de chuva, em que me instalo confortavelmente no sofá com uma manta e um café.


Este livro prende-nos desde a primeira página. A escrita de Khaled Hosseini é genial: cativante, rica e envolvente. Para mim, trata-se sem dúvidas de um escritor talentoso. Através da história de vida de duas mulheres, o livro passa em revista os últimos 30 anos do Afeganistão. É um livro incontornável. Se não levam nada do autor, corram já para a livraria mais próxima!

Este livro foi-me recomendado por imensos amigos. E as críticas são muito boas. Finalmente peguei no livro e começou por ser uma desilusão: um ritmo demasiado parado para um policial é um ingrediente que odeio. Cerca de 100 páginas para que aconteça o primeiro homicídio foi demais. Mas mal comecem a morrer, as coisas animem!! E torna-se altamente viciante!! É um livro muito bom para quem gosta do género.


Um jovem desaparece e é encontrado morto e mutilado. A polícia local pede ajuda a Sebastian Bergman, um ex-psicólogo forense... Este policial é escrito com mestria e é uma leitura envolvente.Não é um livro excepcional e único, mas é uma óptima leitura para amantes de policiais. 


quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Leituras de início de outono

As últimas semanas têm sido ricas em boas leituras. As mais recentes foram três géneros de policiais, completamente diferentes, mas todos agradáveis leituras.



Os anagramas de Varsóvia - em 1940, os nazis isolam milhares de judeus num gueto em Varsóvia. Erik Cohen é um deles e passa a partilhar um apartamento com a sua sobrinha e o filho, Adam. Este aparece morto, com o corpo mutilado. E Erik quer perceber o que aconteceu... É um livro empolgante, com humor inteligente, que retrata o que aconteceu no Gueto. Retrata com genialidade as relações humanas em tempo de grande crise. É um livro brilhante. *****


Depois. Decorre um incêndio numa escola, em que Jenny e a sua mãe Grace ficam gravemente feridas. Grace fará tudo para descobrir quem provocou criminalmente aquele incêndio... É um livro contado de uma forma diferente do habitual, que nos consegue prender e envolver até às últimas páginas. ****


A Praia das Pétalas de Rosas surpreendeu-me pela positiva. Não é nada do que parece e reserva-nos surpresas a cada novo capítulo. Depois de quinze anos de um grande amor e de um casamento perfeito, Scott, o marido de Tamia, é acusado de um crime horrendo... Não pensem que se trate de mais um romance "cor-de-rosa": vai muito mais além. Faz-nos pensar sobre as relações amorosas e muitas das nossas vivências. *****

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Uma fortuna perigosa


Este livro é fantástico e prende-nos até à última página! Trata-se de um romance histórico que retrata a Inglaterra de 1866 através de uma família de banqueiros. Dos melhores livros de Ken Follett. Adorei e recomendo vivamente!

quinta-feira, 23 de abril de 2015

A não perder


Os amantes de policiais não podem perder este livro. Está muito bem escrito e a história muito bem desenvolvida. Mantém-nos em suspense até ao fim. Aconselho vivamente!